quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Greve inclusiva. Inclusivamente ao consumo.

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Greves, greves e mais greves. Por tudo e por nada, quase. Embora, reconheça-se, a greve constitua um direito pelo qual eu, que sou um grevista não praticante, tenho um enorme apreço e uma invulgar simpatia.


Por isso manifesto, desde já, o meu incondicional apoio à greve anunciada nestes mini-cartazes, folhetos, papéis ou lá o que se queira chamar. Concordo com todas as reivindicações. Mesmo que não saiba ao certo o que é essa coisa da “educação sexual inclusiva”, nem tencione deixar de consumir no dia marcado para a jornada de luta contra a “sociedade de consumo”.


Desconfio que isso da “educação sexual inclusiva” deve ter a ver com introduzir cenas nos orifícios errados. Assim, tipo, lápis nos ouvidos ou nas narinas. Mas também não me interessa muito, que isto cada um goza a seu modo. Como sempre garantia, convictamente, a minha avó quando a informavam dos gostos esquisitos de algum invertido. Já acerca daquilo da “sociedade de consumo” estou mais ou menos elucidado. É aquela “sociedade” onde gente como os promotores de iniciativas desta natureza, vive à conta dos pais até ter idade para viver à conta dos filhos. Ou à nossa. Vai dar ao mesmo.

6 comentários:

  1. alvaro silva8:24 p.m.

    Não estou a ver e isto era importante num país dito de obesos o: Greve ao prato, em casa, na cantina e nos restaurantes!

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  2. Concordo. Mas não pratico.

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  3. Eu não concordo com nenhuma greve e só respeitaria se fosse feita ao sábado ou domingo. Lixar a vida a quem quer trabalhar e ou precisa de cuidados médicos e ou precisar de deixar os filhos nas escolas é tudo menos bom e temo pela banalização da greve algo que me tira do sério. Em muitas delas volto a repetir amigo...há algo por detrás de tanta greve que me ultrapassa...talvez diria interesses e interesses!!!

    Beijos e uma boa tarde

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  4. Aos 17 anos, na Suécia aprendi. No país do mais avançado socialismo, não havia greves em áreas 'delicadas' como na Saúde. Se não se resolviam os diferendos, a greve (de enfermeiros, v.g.) era feita por estivadores, maquinistas de metro, etc. Com tudo bem anunciado e explicado. A 'bomba atómica' era a greve dos bancários: não havia computadores, nem MB, nem internet. Parava tudo...

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  5. A greve é, muitas vezes, a única "arma" de quem trabalha e aspira ter melhores condições de vida. Mas, sim, concordo que tem havido muito aproveitamento politico. Basta ver aqueles que apontam os perigos e os defeitos das greves de hoje são os mesmos que as apoiavam no tempo do outro governo. E, obviamente, o contrário também será verdade.

    Por mim mantenho a questão de sempre. Se está tudo tão melhor por que razão há tanta greve? Claro que quem está minimamente informado e não "emprenha pelos ouvidos" sabe a resposta...

    Bom fim de semana!

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  6. Não parava...O pessoal ficava a dever. E, como diz um homem sábio - eu - o dever acima de tudo!

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