
O amor é uma coisa muito linda. Mas, ainda assim, proclamá-lo numa parede não se me afigura grande ideia. Mesmo que a parede em causa fique no percurso da amada. Até porque, dado o anonimato da declaração, o mais certo é não resultar.
Quando se discute a utilidade das redes sociais, esta parece ser uma daquelas circunstâncias em que a sua utilidade é por de mais evidente. Não sei se resultava no que diz respeito a desatar o nó que deve andar ali por alturas do gorgomilo mas, ao menos, não borrava a pintura.
No meu tempo os rapazes apertavam as raparigas no bailarico (até a carne cozer). Começava-se por aí. Raros eram os que sabiam escrevinhar.
ResponderEliminarOutros tempos. Isso agora era assédio. Ou algo pior, até.
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