
“Joe Berardo recusa demolir wc com vista para o Palácio das Necessidades”. Se há títulos que valem mais do que a noticia, este é um deles. Até porque esta, por si, não passa de uma noticia de merda. De resto não estou a ver motivo para admiração. Toda a gente sabe que o homem é mais dado a construções. No âmbito das demolições não consta que tenha grande historial. Tirando, talvez, aquilo da Caixa Geral de Depósitos, ou o que é.
Já no capitulo da construção a coisa é diferente. É a cena dele. Museus, então, nem se fala. Só cá na terrinha são dois. Por enquanto. Um do azulejo e outro de arte africana. Mas, desconfio, é gajo para se não ficar por aqui. Quiçá, quem sabe, o próximo seja o Museu das Necessidades.
Claro que este último, derradeiro, Museu, não me cheira bem.
ResponderEliminarÉ uma ideia de merda, reconheço.
ResponderEliminarConsiderando parte da intitulada arte contemporânea (alguma, nem por acaso, no próprio Museu Berardo), eu diria que pode ainda não ter havido um Museu das Necessidades - mas há seguramente por aí muitos museus com necessidades expostas...
ResponderEliminarDigamos que é a arte num estado de necessidade...
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