Todos os dias o governo – ou os partidos que o sustentam – manifestam a intenção de legislar, regulamentar, estabelecer limites, impor procedimentos e, seja qual for a maneira, imiscuir-se na vida das empresas, do povo em geral e das pessoas em particular. Sem que, na maioria dos casos, daí resulte uma vantagem que salte à vista ao comum dos mortais.
Já perdi o conto aos assuntos que apenas dizem respeito às relações entre particulares, em que a malta que tomou de assalto o poder resolveu meter o nariz. Segue-se, dizem, a regulamentação do que uma empresa pode ou não vender aos seus balcões. Tal como os objectivos de vendas que esta pode ou não negociar com os seus funcionários. Não tarda – já ameaçaram – tratarão de impor limites ao que cada um pode fazer com os imóveis de que, por enquanto, ainda é proprietário.
Regulamentam tudo, estes badamecos. Presumo que determinar quantas vezes podemos sacudir depois de mictar, constitua uma das próximas prioridades. De facto já é tempo de alguém colocar ordem num assunto tão premente sempre negligenciado pelos sucessivos governos de direita.
Perdoe a correcção: Não são badamecos; são filhos de uma mãe.
ResponderEliminarNão se importam de saber quem é o pai.
Filhos de uma família poli-amorosa, à tantas...
ResponderEliminarTodos que para lá vão gostam de fazer e ou alterar e ou acrescentar as leis.
ResponderEliminarInfelizmente muitas são de bradar os céus e dou-te um exemplo: as penas sobre crimes de pedofilia, homicídios etc, etc...são brandas demais.
Outra que foi feita em cima do joelho pelo governo anterior é a "Nova lei do arrendamento" das casas antigas. Já o disse que não sou contra os aumentos porque a casa não é minha, mas há lacunas da Srª Cristas porque os senhorios para além de não a cumprirem despejam a meio do contrato e tudo pelo boom turístico.
Outro exemplo: a meu ver todo o politico que se mete em enredos do venha a nós o vosso reino e descobertos são penalizados, jamais deveriam exercer funções na função pública.
Enfim amigo ficaria aqui o tempo todo, há legislação a mais e em milhares de processos a culpa morre solteira ou então a culpa é sempre do mais pequenino!
Um abraço
Por mim acho que o Estado devia imiscuir-se o menos possível na vida dos cidadãos. Regulamentar tudo e todos é típico das ditaduras e o caso do arrendamento é bem ilustrativo disso. É coisa que, como deves saber, começou com o Salazar...
ResponderEliminarTive um Tio que foi um homem recto, honesto e bem-educado. Nunca ouvi um palavrão (ou palavra 'feia') de sua boca. Quando estava muito zangado com alguém dizia, em privado, que esse alguém «era filho de uma mãe querida».
ResponderEliminarPercebi tarde, mas percebi, que ele nunca completava a intenção total da frase que era: «querida por muitos».
Com os anos também percebi que quase toda a gente sabe quem é a sua mãe. Mas muito pouca gente sabe quem é o seu pai. Talvez por isso haja umas 'guerras' tolas sobre machos, fêmeas, igualdades e desigualdades. Basta ver que os cães alçam uma perna para mijar; as cadelas, agacham-se.