Parece que a culpa – desde a eleição do Trump à generalizada ascensão da direita na Europa – é das redes sociais. É o que dá qualquer um desatar a comentar noticias, publicar opiniões e escrever disparates diversos no Facebook, nos blogues, no Twitter, no Instagram e onde mais lhe aprouver. Coisa que, como sempre aconteceu, apenas devia estar reservada aos jornalistas e comentadores devidamente encartados. Eles é que sabem opinar sensatamente. Eles é que sabem o que é bom para povos, os países e o progresso civilizacional.
A discussão acerca do tema ainda mal começou mas, a julgar por aquilo que nos últimos dias se tem dito e escrito, não tardará a generalizar-se. A censura vem aí. Em nome da liberdade, dizem eles. Por enquanto têm-se limitado a controlar a informação. Filtram as noticias. Esforçam-se por moldar a opinião das massas à sua visão do mundo. Boicotam quem diverge. Escondem aquilo que não lhes convém que as pessoas saibam. Manipulam-nos, em suma. A chatice é que o mundo mudou. E o conhecimento que temos dele, também. Isso do “sol na terra” e dos “amanhãs que cantam” passou à história e não volta mais. Habituem-se!
Absolutamente! A democracia é para os jornaleiros/ comentadeiros o mesmo que o era para o "pai putativo" da democracia "á portuguesa", dr Mário Soares. Se for o dito(Soares) a mandar, estamos em democracia, se fosse o Cavaco ou Sá Carneiro era uma ditadura infame (mesmo que ganhassem eleições). E lá tinha uma legião de profissionais da informação a amplificar estas e outras tretas. Mas, já agora um aparte. Quem são os ditos jornaleiros/comentadeira/os que nos atanazam dia e noite com pérolas como as eleições dos EUA e respectiva vencedora folgada:
ResponderEliminar- Básicamente e em minha opinião, são aqueles NN de sempre, ou seja são aqueles que não queriam estudar ou tão pouco trabalhar e vão para um soalheiro qualquer aprender a arte da alcoviteirice, calhandrice e outras artes de engano, que depois vão vendendo a quem melhor lhes pagar ou a quem lhes garanta algum sustento. Eu que sou de extração rural e mais que sexagenário estas atitudes fazem-me lembrar velhas de lenço pela cabeça a contar "aldras" ou a dar palpites casamenteiros nos caminhos da minha aldeia. Claro que hoje até o mais bruto analfabeto tem pelo menos um socrático "Magalhães" e pode ligar-se á net. Também não faltam "escolas de jornalismo" a passar diplomas a quem os puder pagar. E como muitos gostam de viver de ledos enganos e outros detestam vergar a mola, alcoviteiros/as diplomados nunca irão faltar para nos entreter com as suas loas. Lamento isso sim é que se não dediquem á política. Rendia bem mais, mas requer muito mais esforço e compromisso!
Como diz alguém cujo nome não será aqui revelado, "jornalista é aquele gajo que sabe nada acerca de tudo". E depois, acrescento eu, armam-se em paladinos de uma moral qualquer e em defensores de causas em lugar de manterem a independência a que, acho eu, deontologicamente estão obrigados. Veja-se o exemplo miserável da revista Visão.
ResponderEliminarConsternadíssimos questão, uma azia que não se aguanta. A Sic até tem uma notícia engraçada "Como explicar a viyória de Trump às crianças.... que, a meu ver, devem estar apoquentadassímas, pelo modo como dedilham o telemóvel, temos, "portantos", crianças com fortes depressões e insónias... uma desgraça. Eu diria até um cataclisma.
ResponderEliminar"que estão" e "se aguenta"... claro...eheheh
ResponderEliminarCompletamente de acordo e muitos são autênticos "profetas da desgraça".
ResponderEliminarUm abraço e um bom dia