quinta-feira, 28 de julho de 2016

Benficofobia

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Concordo que é preciso combater a homofobia. E a xenofobia. Bem como, muito importante, a islamofobia. Não esquecendo a Benficofobia que, assim de repente, é a que mais me preocupa. Podia mencionar mais umas quantas fobias que, admito, merecem ser combatidas. Mas não me apetece. Concordo eu e concorda toda agente. Só não sei é que espécie de combate se deve travar. Nem que armas usar. Centremo-nos, só a titulo de exemplo, na Benficofobia. Fazemos o quê? Matamos o Bruno?! É capaz de ser demasiado radical. Ou dizemos-lhe simplesmente: “Oh senhor Bruno, o senhor é manifestamente deselegante com os benfiquistas. Estas tiradas revelam uma personalidade perturbada e com uma preocupante intolerância ao outro. Ao benfiquista.” Se calhar não resulta. E aquilo do outro parvo na TV da agremiação lagarta?! Rebentamos-lhes com a pocilga de onde fazem a emissão, assim tipo PREC no Verão quente de 1975? É melhor não. Provavelmente a opção mais ajuizada é não lhes ligar. É deixá-los falar. Deve ser o que os especialistas em fobias, desses que pululam na comunicação social, recomendariam nisto da Benficofobia. Então, se mal pergunto, por que raio não aplicam esse principio às outras?!

4 comentários:

  1. Benficofobia? Isso sempre existiu. Em regra qualquer sportinguista ou portista sobre disso. O curioso é que entre eles não existe sportingofobia ou foculportofobia...

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  2. Em Portugal é-se do Benfica ou anti-Benfica. Os outros são uma espécie de segundo clube...

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  3. Tudo que é demais não presta!

    Uma boa tarde

    Beijocas

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  4. Pois não. E eu, por enquanto, até sou um benfiquista moderado. Embora, reconheço, em fase de radicalização.

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