O drama. O horror. A tragédia. O fim dos tempos, até. É mais ou menos isso que, para sermos politicamente correctos e parecermos inteligentes, devemos pensar de uma possível vitória de Donald Trump na corrida à Casa Branca. Não é que goste particularmente da criatura, mas começo a preferi-lo à Cliton. Ao que consta, a senhora – talvez na ânsia de ganhar votos entre a comunidade muçulmana – estará a equacionar a hipótese de, caso ganhe, impor nos States a chamada lei da blasfémia. O que, a verificar-se, será qualquer coisa de parecido com o retorno à idade das trevas. Algo, convenhamos, muitíssimo mais dramático, horroroso e trágico do que as parvoíces do “Trampas”. Embora muito mais do agrado das esquerdas e dos parolos do politicamento correcto.
Como em qualquer outra e anterior eleição (?) americana, o cabeça de turco que vai para a Casa Branca pouco interesse tem , pode ser branco, mulato ou preto, loiro com caracóis ou carapinha esticada a ferro-caldo, o homem ou mulher que lá assentar os nadegueiros vai fazer o que lhe mandam e quem manda é quem paga a campanha; no caso do Trump embora á primeira pareça diferente, devido aos seus milhões, depressa vai ser enredado pela conjuntura evangélico-maçónica que sempre dirigiu os States e não vai ser agora que o vai deixar de fazer. O resto são "fait-divers" para entreter bem pensantes, "amaricanos" e Giróminos de Pirescoxe e "sus muchaxos".
ResponderEliminarPreferia lá uma gaja. A Sara Palin, por exemplo.
ResponderEliminarSe um é trump a outra é trampa...e o que apregoam não lhes valerá de nada.
ResponderEliminarCruzes Canhoto, Trump é populista, reaccionário, perigoso, etc.
ResponderEliminarNão tem a maioria dos votos do partido Republicano, felizmente.
Se o Trampas ganhar não auguro nada de bom...e se ganhar a Clinton também não!
ResponderEliminarSerá tudo isso. Mas os populistas, os reaccionários de esquerda são igualmente perigosos. E disso temos por cá exemplos de sobra.
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