quarta-feira, 25 de maio de 2016

Alegada vitima de racismo alegadamente homofobica

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Sabe-se como as minorias protestam contra a discriminação de que, alegadamente, serão vitimas. Não gostam de se sentir discriminadas. Conseguiram, até, que a mais pequena referência à sua condição minoritária fosse considerada como um crime. Lá terão – e o legislador também – as suas razões.


Esta legislação é potencialmente causadora de situações assaz curiosas. Hilariantes, mesmo. Em muitas circunstâncias, presumo, capazes de deixar horrorizados os bem-pensantes do politicamente correcto. Nomeadamente quando os alegados discriminados se vitimizam e insultam em simultâneo. Como aquela cidadã de etnia cigana que, indignada, terá berrado com quanto ar tinha nos pulmões: “Racista! És um paneleiro! Queres é levar no cú!”. Isto, alegadamente, contra um pacato cidadão que não é nem uma coisa nem outra e que, para o lado do traseiro, nem uma seringa gosta de ver apontada. Se uma coisa destas chegasse a tribunal estaríamos, se calhar, perante um imbróglio jurídico.

6 comentários:

  1. pimentaeouro8:34 p.m.

    Ciganos? Fujo o mais depressa que posso. Chamem-me o que quiserem .

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  2. Por aqui há muitos. Tantos que nem há para onde fugir. E, alegadamente, homofóbicos e xenófobos quase todos.

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  3. Os tribunais portugas são para criar imbróglios e nunca os resolver.
    Vão da 1a instância para a 2a (a relação), para o supremo, para o constituicional e para o dos direitos e esquerdos do homem na EU.

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  4. Os tribunais são locais a evitar.

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  5. Subscrevo inteiramente e é triste atitudes dessas.

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  6. Triste não diria...até serviu para animar a malta!!!!

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