O que têm em comum estes cartazes? Ambos pugnam pela liberdade de escolha. Num caso de ter ou não um filho e, no outro, a escolher o estabelecimento de ensino que a descendência deve frequentar. À borla. Que é como quem diz, à conta do contribuinte que isto, como quase toda a gente sabe, não há abortos nem escolas grátis.
Não estão sozinhos nesta luta. A causa do aborto pago pelo Estado constitui um ponto de honra da esquerda e a defesa do estudo em colégios privados sustentados pelo erário público quase um dogma para a direita. E andamos nisto. Ora pagam para abortar e estudam à borla, ora abortam de borla e pagam para estudar. Já nós pagamos sempre as vontades de uns e outros.
Os altos e baixos de um regime democrático.
ResponderEliminarDois baixos, no caso...
ResponderEliminarPagamos.....e não temos os gostos!
ResponderEliminarQuanto ao primeiro a meu ver e porque assim sempre foi e agora é com os netos...a escolhida é a escola pública.
ResponderEliminarQuanto ao segundo um tema mais delicado e que não trato com um simples ar de que quem faz um aborto é como se fosse para uma festa. Prefiro o assistido do que o que era feito como todos sabemos...até num simples vão de escada e a peso de ouro. Mal feitos iam parar ao hospital e a despesa era muito maior "para o contribuinte" caso saíssem com vida.
Portanto meu amigo considero que nisto não há comparação possível e peço-te desculpa por discordar um pouco!
Boa semanita
Beijocas extensíveis aos teus
Pagamos sempre...gostemos ou não!
ResponderEliminarAqui toda a discordância é bem-vinda!
ResponderEliminarO que comparo no post é a exigência que - da esquerda à direita - seja sempre o Estado a pagar as nossas escolhas. A ser assim, por maioria de razão, o Estado também devia pagar o funeral a toda a gente...afinal ninguém escolhe morrer. Ou poucos o fazem, vá.
Boa semana!