Comovente a reportagem de uma televisão que nos deu a conhecer o drama de dois amigos que sobrevivem debaixo de uma ponte nos arredores de Lisboa. Motivou, como sempre acontece nestas circunstâncias, uma onda de solidariedade para com os dois homens. O que mais me intriga nesta história é que o cidadão cubano, protagonista da infeliz aventura, não manifestou, em nenhum momento, vontade regressar ao seu país onde, com toda a certeza, viveria feliz e o Estado zelaria pelo seu bem-estar. Não lhe deve ter ocorrido. Ou então, mal por mal, prefere ser livre.
Também vi e não volta ao seu país talvez porque não tenha dinheiro para as passagens e consequente busca de uma nova vida. Vinte e tal anos noutro país que não o nosso, o regresso é como navegar à deriva...e eu que o diga, porque também não sou de cá. Quem me dera poder voltar, não hoje...mas já anteontem!
ResponderEliminarPode ser que a tal "ajudinha característica" deste tipo de reportagens...faça com que ele regresse.
Bom domingo
Beijocas
Não me pareceu que ele estivesse muito interessado no regresso a Cuba...
ResponderEliminarBom Domingo!
Na zona onde vivo existem vários sem abrigo, alguns de países do leste.
ResponderEliminarDesconheço se terão vontade de voltar aos seus países de origem.
Não creio que pensem em ser livres, não eram é cá também não.
A reportagem foi excelente e não vi ponta de "pedido de ajuda no quer que seja". Opções de vida ou formas de estar na vida devido a mil e um factores. Realidades que sempre povoaram todas as sociedades e hoje mais do que nunca. Também lá fora existem portugueses a "viverem debaixo da ponte" e também não sei se voltariam a Portugal!
ResponderEliminarDaí eu ter aplicado o "talvez" no que respeita ao seu regresso.
A miséria é universal!
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