Não me apetece escrever nem falar do Sócrates. Já foram produzidas alarvidades suficientes acerca da detenção do sujeito. Tantas que, dissesse ou escrevesse fosse o que fosse, dificilmente conseguiria ser original. E também porque, face àquilo que há anos, alegadamente, correrá por essa Internet fora, seria apenas uma questão de tempo até acontecer o que aconteceu. Deve ter sido por isso que o PNR abriu uma garrafa de champanhe lá para o Campus da Justiça...
Prefiro, hoje, discorrer acerca do estacionamento tuga. Desta vez o protagonismo vai para um profissional do protesto que entendeu por bem estacionar o popó, onde se deslocava a propagandear a realização de mais uma manifestação contra as coisas do costume, no lugar reservados aos deficientes. Deve achar que o pode fazer. Provavelmente por entender que, estando a praticar uma espécie de actividade politica, a policia não o vai incomodar. Com razão, de certo. Já se a paragem se destinasse a carregar um saco de batatas acabado de comprar no mercado era melhor não arriscar.







