Fernando Medina, o “alcaide” de Lisboa, garante que “a melhor resposta aos vândalos é a limpeza”. Não, não é. Isso, quando muito, será um slogan publicitário pouco inspirado para vender um detergente qualquer. A melhor resposta aos indigentes mentais que andam a vandalizar património histórico, é outra. Todos sabemos qual. Algo parecido com uma tatuagem temporária no lombo desenhada à base de vara de marmeleiro, por exemplo. Esta malta não respeita os outros. Nem, menos ainda, o trabalho alheio. Por isso esperar que se sensibilizem por alguém limpar o que eles conspurcaram é simplesmente parvo.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
sábado, 7 de janeiro de 2017
Tatuagem islamofóbica. Seja lá isso o que for.
Não gosto de tatuagens. Nem percebo as motivações que levam alguém a tatuar-se. Verdade que não me esforço por entender. A bem dizer pouco me importa. Excepto naqueles casos em que aparece um gajo – ou uma gaja, tanto faz – todo indignado a protestar contra qualquer coisa a que se julga com direito e que, segundo a criatura, o Estado devia providenciar em seu beneficio. Um dia destes – e já não é a primeira vez – reclamava um individuo da falta de dentistas no Centro de Saúde. Uma vergonha, garantia. Isto enquanto exibia um “faqueiro” completamente “enferrujado”. Vá lá que não protestou contra a inexistência de dermatologistas. Não vá precisar de remover algumas tatuagens. Que isto cada um tatua-se a seu livre prazer, não precisa é de aborrecer os outros com conversa fiada acerca da falta de dinheiro para arranjar os dentes.
PS - Reitero o meu desprezo pelas tatuagens. Mas, depois de encontrar a imagem acima, admito que vou passar a tolerar algumas. As que são por uma boa causa, nomeadamente.
sábado, 24 de setembro de 2016
Gaja tatuada
Não gosto de tatuagens. Sejam elas de que tipo forem. Acho uma parvoíce e nada acrescentam à beleza ou subtraem à fealdade de quem se tatua. Mas o que a foto mostra vai para além disso. Entra, parece-me, no domínio da mutilação. Só um motivo muito forte – ou uma autoestima muito fraca - podem justificar a opção de mandar fazer esta pintura, absolutamente horrível, nos costados. É lá com a criatura, dirão. Com certeza que sim. Mas que é macabra, isso salta à vista.