
Dizem os jornais de hoje que um homem faleceu sufocado pelo peso da sua esposa, que terá caído da cama e tombado sobre ele. O sujeito, um lingrinhas, não terá suportado a pressão exercida pelo corpo avantajado da senhora. Não é que queira fazer piadolas acerca do assunto, até porque o caso é sério, há que respeitar o falecido e ter em consideração a dor da esposa que vê o marido partir – ou ficar-se, conforme o ponto de vista – desta forma trágica. Nada disso. Ocorreu-me, no entanto, que no caso de as circunstâncias serem as inversas, ou seja o cavalheiro gordo a cair sobre a senhora magricela, esta tragédia não teria ocorrido. Segundo a sabedoria popular, um barrote em pé e uma mulher deitada aguentam todo o peso que lhes ponham em cima. É o que garantem também, entre outros especialistas das diferentes especialidade envolvidas, todos aqueles que estudam a resistência dos materiais. Lá está, essa coisa do “sexo fraco” não é bem como a pintam. Nunca foi.
O que aconteceu não pode ser considerado como violência doméstica?
ResponderEliminarA APAV ainda não se pronunciou, pois não?
Cumprimentos, caro KK.
Também li a notícia. De facto triste. Sem brincar com coisas sérias, para o bem e para o mal, prova-se que os opostos atraiem-se. De resto o jornal de algum modo vincou esse contraste, de peso e volume, entre o homem e a esposa. O destino não se cansa de desfechos inusitados e quando pensamos que já vimos de tudo há sempre algo a surpreender.
ResponderEliminar,
Talvez seja apenas um acidente. Do que não há dúvida é que o peso em excesso é um factor de risco e por vezes até mata.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
É um caso com alguma gravidade...mas se calhar quando se conheceram a diferença de peso não seria assim tão manifesta.
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