Facilitar os despedimentos, como exigem os patrões e o governo parece estar disposto a fazer, não se afigura como prioridade. Nem, sequer, necessário num momento de quase pleno emprego e de evidente falta de mão de obra em praticamente todos os sectores do mundo laboral. Excepto na administração autárquica. Aí há aos montes, cada vez mais e claramente em excesso, mas sobre isso falarei um dia destes. Quando me reformar, talvez. Ou antes, se me apetecer.
Sobre este tema – os despedimentos – os poucos comunistas que ainda restam, a esquerda que vai sobrando e os alucinados em geral têm, concedo, alguma razão. Tanta que até podiam assinalar os cinquenta anos do despedimento de vinte e quatro jornalistas do Diário de Noticias, efectuado por um tal José Saramago então director daquele jornal que, na época, era propriedade do Estado. Foi uma coisa que me ocorreu nem sei porquê, mas ficava-lhes bem. Seria uma forma bonita de protestar contra as arbitrariedades do patronado, do sistema capitalista em geral e dos pequenos tiranetes em particular. E inclusiva, também.
Emprego ou desemprego?
ResponderEliminarSó depois de sabermos qual a nossa preferência, poderemos comentar as diatribes de um Estado totalmente à deriva.
Cumprimentos, caro KK.
Menos mal que estamos à deriva. Se estivessemos a seguir o rumo que a Constituição traçou - o caminho para o socialismo - é que era dramático! Felizmente os que querem levar o "barco" nessa direcção têm cada vez menos força para "remar"...
ResponderEliminarQue, pelo menos, o nosso Benfica, vá de vente em popa rumo à Champions... Isso é que era Nice!!!
Cumprimentos, caro António