
Sou pouco dado a estas cenas da fé. Daí que esta coisa da JMJ não conste da minha lista de interesses. O que me levava a crer que o manifesto desinteresse que nutro por este evento fosse dos poucos assuntos em que coincidia com a malta de esquerda. Só que não. Por qualquer razão que me escapa, aquele pessoal ficou ainda mais tresloucado do que o habitual. Talvez seja inveja por nenhuma organização daquela área – nem todas juntas, sequer – conseguirem reunir tanta gente. Ou, então, é uma qualquer espécie de doença que não lhes permite ver outras pessoas felizes a fazerem o que gostam. Como se isso estivesse reservado aos participantes em eventos organizados pelo esquerdume.
Indignam-se também por causa dos gastos do Estado com a realização do certame. O que constitui uma novidade no discurso de quem só vê virtudes na despesa pública, mas que é outro ponto com potencial para merecer a minha concordância. Convém é ter memória. Eu sei que a esquerda tem uma capacidade natural para reescrever a história – os malucos são quase todos assim – mas, recordo, quem se candidatou a receber este encontro foi o governo da geringonça e a Câmara do Medina. Ou seja esta gentinha, em relação às decisões dos guias espirituais, está sempre de acordo e, se fôr preciso, simultaneamente de opinião contrária.
Essa malta só vai ficar contente quando o papa Chico der a missa de batina arco-íris.
ResponderEliminarSe calhar nem assim...
ResponderEliminarO Papa foi correcto quanto às regras da Igreja que ele representa. Nada disse em apoio de LBGT (faz falta o H de Heterosexuais) nem do mulherio.
ResponderEliminarClaro que os sinistros só apreciam os que são infelizes e os que ganham muito menos do que eles. Já li várias afirmações que no ocidente ainda há muitos postes de candeeiros e cordame. Já não falam no alcatrão e penas por não serem ecológicos.
A maioria da despesa foi paga pela ICAR: a maior, a mais influente e a mais rica organização desde há quase 2.000 anos.
Cada vez mais o povo tem a noção que o manicómio passou a ser gerido pelos doentes.
É só para lembrar que esta treta dos impostos é transversal a socialistas e (pseudo) socoal democratas.
ResponderEliminarCumprimentos, caro KK.
ResponderEliminarBeijinhos, Kruzes
Uma Semana Feliz
Onde se lê 'social' deve ler-se social.
ResponderEliminar
ResponderEliminarCumprimentos, Luísa.
O enorme aumento de impostos foi obra do governo que executou a politica da troika chamada pelo PS depois de terem rebentado com o país. Mas eu, se calhar estou enganado, também me recordo de outro governo, que incluia a boa gente de esquerda, ter revertido as medidas da dita troika e ter acabado com a austeridade.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.