Acreditava eu que a inflação se combatia com a redução do consumo e implementação de medidas de estimulo à poupança. Não admira a minha ignorância. De economia percebo tanto como um barbeiro, um taxista ou o Presidente da República. Afinal, para combater a carestia de vida, deve é dar-se dinheiro às pessoas para que elas possam comprar cenas inflacionadas. Por mim podem continuar com esse método. O meu IBAN está disponível para o efeito.
Também tinha ideia de, aqui há atrasado, a propósito de uma proposta – chumbada, evidentemente - de um partido qualquer a propor o fim ou a limitação de algumas comissões bancárias, se ter dito e escrito que o governo não podia intervir por se tratar de matéria da competência do Banco de Portugal. Ou isso ou uma explicação parecida, não sei ao certo. Embora, estranhamente, a ingerência já fosse possível quando se tratou de meter dinheiro na banca.
Agora, ao que parece, voltou a ser possível ao governo meter o bedelho nos negócios entre os bancos e os cidadãos. Nomeadamente aqueles que contrataram créditos à habitação. Não é que ache mal, mas fico ligeiramente baralhado com esta selectividade ao nível da ingerência. Dar dinheiro público ao sistema bancário, pode-se. Obriga-lo a renegociar contratos nos quais o Estado não é parte, também. Obrigar a aumentar os juros aos depositantes e/ou proibir comissões abusivas, não pode. Não percebo. Mas não admira. Entendo tanto de economia, finanças e ciências correlativas como o Marcelo. Ou o António Costa.
Ou como eu, que não entendo nada e também fico bem baralhada
ResponderEliminarBeijinhos, Kruzes
Feliz Dia
Esta gente defende uma coisa e o seu contrário com a maior traquilidade. Pensam que somos todos parvos...e a sorte deles é que a esmagadora maioria de nós é mesmo!
ResponderEliminarBom fim de semana, Luísa.
Lamento quem está metido nestas "encrencas" todas.
ResponderEliminarE os jovens são os que mais sofrem.
Uma confusão. Com a entrada no Euro, o poder dos governos saiu enfraquecido. O Governo quer mostrar trabalho, antes que o povo vá para as ruas contra o aumento do custo de vida.
ResponderEliminartem lógica, é pertinente, somos milhoes nesse barco. Mas só nesse, porque existem outras viagens e portanto mais barcos.
ResponderEliminarDo que mais gostei foi das expressoes " ao que parece" e outras do genero.
O custo de vida não deixa de aumentar por causa das manifestações. Infelizmente não funciona assim. Se funcionasse era um problema de fácil resolução!
ResponderEliminarGostos.
ResponderEliminarÉ normal que quem está em principio de vida tenha mais dificuldades. Também passei por isso.
ResponderEliminarTambém eu.
ResponderEliminarE com uma taxa de juro alta.
Mas acho pior, agora.