
Uma banana colada com fita adesiva a uma parede é apenas isso. Uma banana colada com fita adesiva a uma parede. Seja a parede de um museu ou a parede de uma casa de banho pública. Tanto faz. Continua a ser uma banana. Arte será apenas na cabeça de gente mimada, fútil e intelectualmente a funcionar à base de psicotrópicos.
Espantoso é que alguém tenha pago mais de cem mil euros pela tal banana. Das duas uma. Ou não lhe custaram a ganhar ou deu-lhe jeito gastá-los. Pode, também, acontecer que seja parvo. Hipótese que, obviamente, não invalida nenhuma das anteriores. Pena é que não tenha falado comigo. Por esse dinheiro arranjava-lhe uma colecção de burriés, colados aos mais variados objectos, capazes de deixar extasiado qualquer apreciador de arte moderna, performativa ou lá o que chamam agora a cenas parvas.
Mas, nesta história, o que mais me surpreende é o silêncio da ex-deputada Ana Gomes e da sua vasta legião de seguidores, quais paladinos da luta contra a corrupção. A venda do passe de um jogador de futebol por cem milhões cheira-lhes a lavandaria e a crimes da mais variada ordem, mas uma banana vendida por cento e oito mil euros parece não suscitar especiais reservas – nem odores estranhos – a essas miseráveis criaturas. Mesmo que as ditas bananas estejam hoje no Continente a vinte cêntimos cada uma.
Dizem que a arte não se discute mas até que ponto vai a parvoice de colar uma banana á parede e chamar aquilo de arte?
ResponderEliminarAbraço
A equipa da Rádio TugaNet
Isso não passa duma "estória amaricana para engrupir os tontos das Oropas!"
ResponderEliminaré caso para dizer que há bananas e bananas :D :D :D
ResponderEliminarO rei vai nú e ninguém tem coragem de lhe dizer...ou o artista é parvo e todos se calam por medo de parecerem ignorantes!!!
ResponderEliminarDeve mas é ser coisa de amariconços...
ResponderEliminarUm "banano" é que eles merecem...
ResponderEliminarAcredito que este tipo de notícia é feito por alvares.
ResponderEliminarOu alarves, para não irdes ao dicionário.
Gozam com a pobreza e/ou miséria do próximo.
Sem entenderem que eles são o topo dos miseráveis, dos reles, dos ordinários.
Talvez até por entenderem isso...
Comamos as bananas dos super e, a cada trincadela, mandamos os gajos àquela parte.
abraço
Absolutamente certo. Isto é mesmo coisa de alarves!
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