Se há coisa que aprecio no jornalismo e nos jornalistas é a objetividade. A opinião deles, seja qual for o assunto, dispenso-a. Não me importa para nada. Agora o relato que fazem de uma ocorrência, a clareza com que expõem um tema do momento ou a independência com que tratam determinada matéria constitui, pelo menos do meu ponto de vista, algo de essencial do ponto vista do desempenho do seu trabalho.
Ontem foi agredido um cidadão – um turista, no caso – em Évora. No dizer de quem noticiou a ocorrência a agressão terá sido cometida por um “grupo de pessoas”. Ora porra. Tanta objectividade até aborrece. Para ficar a saber o que realmente aconteceu, nomeadamente quem foram os agressores, foi necessário recorrer às redes sociais. As tais que, no dizer de gente de elevado intelecto, estão a destruir a democracia. Estranho conceito de democracia, o desta malta. Se calhar o azarado turista ficou muito mais ferido do que teria ficado a democracia se o jornalista tivesse tido o profissionalismo de informar que os alegados agressores serão ciganos. Ou, pelo menos, uns moinantes.
Eu, em 50 anos de medicina, não tenho alguma razão de queixa de ciganos. Sempre nos demos bem, talvez por os tratar como gente normal, mas sofrendo doença.
ResponderEliminarO cigano deleita-se em enganar aqueles que pensam que os enganam a eles. Tenho umas histórias lindas... educativas.
Sei que há malandros, e em todas as etnias. Deus nos livre dos maus. Nós, homens só se formos piores que eles é que conseguimos livrar-nos. Como mandam as Regras da Vida.
Abraço,
AO = Alcoólico anónimO
Meliantes, patifes e bandidagem há em todas as raças, etnias e religiões mas algumas abusam...
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