segunda-feira, 8 de abril de 2019

Pronto, comam só as batatas...

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Cada um sabe de si e das suas opções. Daí que pouco me importa que haja quem opte por não comer carne. Ou peixe. Ou feijões. Desde que limitem estes ideais às respectivas cozinhas é lá com eles. Por mim podem passar a vida a ingerir vomitado de unicórnio, que é o que menos me apoquenta.


Mas a tolerância não é o forte dos militantes destas novas causas alimentares. Bem pelo contrário, se atentarmos no que andam a fazer uns quantos obcecados com isto dos morfes. Embora pouco noticiado pelos média, os ataques de terroristas vegans a talhos, matadouros, quintas, restaurantes e até a incautos cidadãos tê-se sucedido em diversos países ocidentais. Os únicos onde esta gentalha, aproveitando a democracia que não sabem respeitar, ousa tentar impor aos demais a sua vontade. Nos outros levariam um tiro nos cornos.


Reitero que, desde que não me aborreçam, pouco me interessa o que comem ou não. Se quiserem comam só as batatas e deixem a carne de lado. Não me podem é impedir de comer os bifes que eu quiser. Isso era coisa para me chatear.

2 comentários:

  1. Infelizmente, parece-me uma "religião".
    "O bezerro não precisa de leite" - além do ah, ah, ah, nós não somos bezerros.
    "Não como ovos porque a galinha faz sofre para os pôr" - os ovos de galinha são óvulos ou ovos libertados em quantidade limitada, de acordo com os folículos ováricos, semelhante ao que acontece na mulher.
    Mas o que mais me irrita é ter alunos aos quais temos, muitas vezes, de dar o nosso lanche, e por aqui deparamo-nos com mariquices caras, em posts meramente fúteis e focados no próprio umbigo. Aliás, se até eu e a minha mãe temos de conter os nossos gastos na área alimentar, como podem "tais seitas religiosas" apregoar o que não vai ao encontro do poder económico dos cidadãos?

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  2. O pior é que passo a passo estas ideias vão fazendo o seu caminho e um dia destes, tal como já sucede com tantas outras coisas, vão fazer lei. Não será, felizmente, no meu tempo de vida. Embora, às vezes, já nem quanto a isso tenho grandes certezas...

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