
Ao que leio, parece que ainda há gente preocupada – este pagode preocupa-se com cada coisa - por causa daquelas avezinhas, coitadinhas, que sucumbiram em consequência da apanha mecânica da azeitona, pela calada da noite, nos olivais do Alentejo. Não vale a pena – isto anda tudo ligado - a preocupação. Ou as fezes, como diria a minha avó. Pássaros há muitos. Demasiados, até. As alfaces do meu quintal que o digam. E só não dizem porque não falam. Se falassem teriam muito para dizer sobre o sofrimento que os malvados dos passarões lhes provocam. Os patifes. Daí o recurso aos garrafões. Servem de estufa e de protecção contra ataques aéreos. Uma espécie de bunker de plástico. Não fosse isso e já cá não estavam.
Nunca comeram uns passarinhos ou umas passarinhas.
ResponderEliminarTordos, por exemplo. Entre Évora e Mértola.
Ide lá! E se os tiverem en su sitio, levem uns gajos do PAN.
Também há abetarda, galinhola, perdiz e lebre — esta não voa mas anda rápido.
Essa malta - ou malto, que isto há que ser inclusivo - é mais tofu e ervas diversas...
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