A classe política está manifestamente preocupada com aquilo da agressão a uma jovem colombiana a quem um segurança terá chegado a roupa ao pêlo. Da direita à esquerda, de ministros a parlamentares mal-vestidos, sucedem-se as declarações acerca do assunto e repete-se a intolerância relativamente a atitudes de caracter racista, xenófobo e discriminatórias em geral. No fundo aquilo que se espera dos políticos. Mesmo daqueles maltrapilhos e com ar de vagabundo que andam lá pelo parlamento. Ou principalmente desses. Pena que quando das agressões a um jovem em Coimbra, no ano passado, não tenha existido igual unanimidade nem, sequer, tanta manifestação de repúdio. Presumo que não tenha sido por, neste último incidente, o agressor ser cigano. Devem ter tido, na altura, mais que fazer ou isso.
Por falar em ciganos. Calculo que, de acordo com aquela lei do atendimento prioritário, estejam entre os clientes que devem ser atendidos primeiro. A par de grávidas, idosos, coxos, marrecos e gente com crianças de colo. Ainda hoje, num certo local, três casais daquela etnia com um pirralho todo ranhoso a tiracolo, tiveram o privilégio de passar à frente da restante clientela. Estavam com pressa para ir trabalhar, certamente. O gaiato era sempre o mesmo... mas isso é apenas um pormenor acerca do qual não vou especular.
Do Blasfémias, passo a transcrever:
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Em 2015, Sandro Santos, dirigente do Bloco de Esquerda de Guimarães, foi detido pela PSP por ser o cabecilha de uma rede de plantação de cánabis, organizada em quatro apartamentos onde cultivava essa planta. A produção e venda de cánabis são um crime público em Portugal.
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Em 2018, um empregado da empresa de segurança 2045 espancou selvaticamente uma mulher, enquanto estava ao serviço nos STCP. Bater em pessoas é um crime de ofensas corporais, que, no caso, pode ser agravado por ter sido cometido por motivos raciais, que o Código Penal qualifica como circunstância agravante.
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Hoje, no seguimento deste último acontecimento, a dirigente do Bloco de Esquerda Catarina Martins exigiu que a empresa 2045 fosse responsabilizada pelo comportamento criminoso do seu funcionário, pretendendo que o governo lhe retirasse a licença e, na prática, a encerrasse.
Aplicando a mesma lógica ao que aconteceu em 2015, o que acham que deveria ter acontecido ao partido da azougada Catarina?
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Há tantos doidos fora de Rilhafoles (Miguel Bombarda) e do Júlio de Matos...