
Ainda me lembro do tempo em que a comunicação social nos fazia acreditar que a Merkel era um ser execrável. Hoje, os mesmos jornaleiros, fazem dela uma quase divindade. Ideias que - para o bem e para o mal, mas quase sempre para este último - a opinião pública vai engolindo como se de verdades absolutas se tratassem e por isso reproduz sem questionar as razões de tão súbita mudança. Basta ver as alarvidades que qualquer cidadão absolutamente desinformado, embora convencido da sua sapiência, vai escrevendo nas redes sociais.
Hoje o monstro, garante-nos, chama-se Trump. Como, por mais inacreditável que pareça, ouvi um destes dias um jornalista da rádio pública referir-se ao presidente norte-americano. Mais ou menos o mesmo que antes chamava à chanceler alemã, que agora não se cansa de elogiar. E é isso que é altamente preocupante. O poder que uns quantos jornalistas imbecis têm para criar anjos e demónios. Por este andar não deve estar longe o dia em que estarão a santificar o Donald. O Trump. Enquanto isso vão fazendo figura de "pato" ...
Subscrevo inteiramente e para alguns jornalistas o "bestial passa a besta num ápice".
ResponderEliminarBeijocas
Fatyly
Não suporto a maioria dos jornalistas. Esses fulanos apenas têm que relatar factos mas, vá lá saber-se porquê, insistem em dar a opinião deles. Que, a mim, não me interessa nada. Vale zero.
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