Parece que na Alemanha os cidadãos com rendimentos acima de determinando valor, praticantes de um culto religioso, pagam um imposto que, em parte, reverte a favor da respectiva confissão religiosa. Uma eficiente ideia alemã, esta. Especialmente naquela coisa da “parte”.
O estranho é este imposto não ser aplicado por cá. Por enquanto. Estou crente – salvo seja – que a sua aplicação em Portugal seria fácil. Tenho fé – lagarto, lagarto, lagarto – que a receita obtida era capaz de salvar um ou dois bancos. O Alimentar, o do Tempo ou outros congéneres.
Venho desejar-te um bom Natal e uma consoada recheada com tudo que gostes e sobretudo partilhada com os teus.
ResponderEliminarBeijos
Obrigado!
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