Contrariando aquelas teses populistas que asseguram ser os deputados pessoas pouco dadas ao trabalho, temos agora, que me lembre pela primeira vez vez, um parlamento disposto a trabalhar. Até demais, a julgar pela amostra dos primeiros dias. Trabalham por eles e pelo governo. Preparam-se para legislar acerca de tudo e de todos. Como se não houvesse amanhã. Está tudo previsto. Desde os temas fracturantes às nacionalizações. Do fim dos exames à proibição das praxes. Deverá seguir-se, quiçá, a criminalização do piropo. Ou, com a obsessão que este gente tem com as bichas, a fixação administrativa de preços dos bens de consumo.
Bem visto bem visto nem precisávamos de governo. A Assembleia da Republica faz-tudo. E é isso, mais ainda que as maluquices do ilegítimo, que me faz temer o futuro. Daqueles “faztudos” qualquer coisa se pode esperar.
É premente discutir um tema que desde sempre envenena o hemiciclo e que é o meteorismo (leia-se Peidos) dos excelentíssimos deputados. É mais que tempo e legislatura que baste para fazer a ventilação e renovação dos assentos parlamentares que sãode coiro e não chupam o flato de suas excelências, pois é voz corrente que o self service e o restaurante de São Bento fornecem doses exageradas de proteína animal cuja maior parte não é aproveitada e vai-se degradar em múltiplos gases compostos de alto teor sulfídrilico. É por na agenda já.
ResponderEliminarA flatulência, acredito, será dentro pouco tempo ob jecto de legislação. Assim como os burriés.
ResponderEliminarBom domingo!