sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Acasalar é preciso...
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Volta João Pinto. Estás perdoado.
Não. Este blog não vai dedicar nenhum post à pessoa que, inacreditavelmente, ainda detém o lugar de seleccionador nacional de futebol. Não vamos conspurcar este espaço com menções a quem tem como maior feito profissional ter tornado uma selecção medíocre como a Grécia em campeã europeia. Para nem lembrar todos os outros atributos da criatura e que são por demais evidentes para quem acompanha minimamente o fenómeno futebolistico.
É claro que não incluo neste grupo uma imensa legião de donas de casa desgrenhadas, "dondocas" pretensamente sofisticadas ou jovenzinhas deslumbradas por jogadores de aspecto efeminado, que descobriram em 2004 a sua paixão pelo futebol. Mesmo que nem desconfiem o que é um ponta de lança ou um trinco.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Opções
Ciclicamente surgem na politica portuguesa, vindas dos mais variados quadrantes, ideias que, de uma forma complacente, podemos considerar verdadeiramente peregrinas.
Foi o que fizeram Paulo Portas e Francisco Louçã que vieram a público nos últimos dias pedir "compensações", "ajudas" e "apoios" do Estado para as familias endividadas e afectadas negativamente pelos sucessivos aumentos da taxa de juro do crédito à habitação e, de uma forma geral, do crédito ao consumo.
Apesar de algumas situações de menor desafogo financeiro que algumas famílias possam eventualmente estar a viver, não se parece justificar a adopção, por parte do Estado, de medidas paternalistas e cuja implementação daria uma imagem de ainda maior facilitismo e de irresponsabilidade perante a gestão financeira que cada um deve fazer da sua vida. Principalmente quando, apesar de todo o histerismo, os juros continuam historicamente baixos.
Numa altura em que não se vislumbram sinais de inversão da política restritiva e de fortes cortes orçamentais em sectores tão importantes como a saúde e a educação, não parece politicamente justificável, e ainda menos socialmente, que o próximo orçamento de Estado venha a disponibilizar recursos para apoiar pessoas que livremente fizeram opções de vida que, era fácil de adivinhar, não teriam condições de manter de uma forma sustentada. E todos conhecemos exemplos disso.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
O génio da carripana
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Ainda o chumbo do IP2
Perante o chumbo da proposta de traçado da via de ligação entre a A6 e o IP2 surge, naturalmente, a questão. E agora? Qual vai ser a alternativa? Sim, porque de certeza vai haver alternativa.
A passagem do referido troço a poente da cidade parece irremediavelmente comprometida. Ainda que nova proposta vá nesse sentido, surgirão outros interesses, outras causas ou outros empatas (ou quem sabe os mesmos) a inviabilizar a sua concretização.
A construção deste troço a nascente também não se afigura viável. Para além de outras condicionantes, a localização do nó de Estremoz torna praticamente surreal a colocação de tal hipótese.
Perante este cenário poderá estar em equação que a ligação entre estas duas vias se faça no nó de Borba. Seriam mais uns quantos quilómetros mas, perante a necessidade de fazer a obra, não me surpreenderia tal decisão.
domingo, 9 de setembro de 2007
Números para que vos quero
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Com amigos assim...
O comportamento dos "amigos" dos animais - possivelmente alguns dos que se sentem incomodados cada vez que publico fotos reveladoras da sua falta de civismo - não pára de surpreender. Segundo as associações de protecção e defesa dos animais, este Verão os portugueses estão a bater todos os recordes no que diz respeito ao abandono de animais de estimação. Apesar de anualmente se repetir esta situação, a actual conjuntura de dificuldades económicas que afecta muitas familias está a fazer disparar o número de abandonos.
É caso para perguntar: "Com amigos destes quem precisa de inimigos"?!
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Exaltações
O local de realização da Festa da Exaltação da Santa Cruz será, ou deveria sê-lo, um tema a equacionar num futuro muito próximo. Para além de ser altamente questionável a relação custo- beneficio para a cidade do encerramento de uma parte significativa do Rossio durante mais de duas semanas, a mudança do evento para o Parque de Feiras representaria para a organização uma assinalável poupança de recursos com a logistica associada ao acontecimento.
Basta, a título de exemplo, pensar quanto pouparia no aluguer do palco montado no recinto, ou, se assim o entendesse, os proveitos que obteria caso num ou mais espectáculos fosse cobrada entrada.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Estremoz volta a perder
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Publicidade sócretina
O governo lançou uma campanha, no âmbito do programa "Novas Oportunidades", onde era prometido colocar à disposição dos formandos inscritos naquele programa, um computador portátil mediante o pagamento de cento e cinquenta euros. Visa-se com esta medida a massificação da utilização nas novas tecnologias, nomeadamente o acesso à internet de banda larga.
Deixando de lado os contornos menos publicitados desta intenção governativa, constata-se que largos meses decorridos sobre o seu anúncio apenas uma operadora disponibiliza a inscrição para a aquisição do equipamento e que nem um único computador foi ainda distribuido.
Excepcionando, obviamente, aqueles que o primeiro ministro ou outros membros do governo vão entregando, com pompa e circunstância, em cerimónias mais ou menos encenadas. Ainda assim nada nos garante que os formandos não sejam apenas figurantes, recrutados numa qualquer agência de publicidade, e que o computador não passe de um adereço ...
É que na operadora em causa - a TMN - ninguém tem a mais pálida idéia de quando é que terão portáteis para poder iniciar a sua distribuição!
sábado, 25 de agosto de 2007
Post de fim de semana
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Eufémios...Odeio-vos!
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Um dia o repuxo vem abaixo
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Os suspeitos do costume
Os sinais exteriores de riqueza dos funcionários públicos vão ser investigados. E bem. No entanto o conceito do que se consideram sinais de riqueza é que me parece pouco abrangente e, em minha opinião, devia-se ter ido mais longe.
Atendendo ao nivel de vencimentos auferidos na função pública, qualquer funcionário que seja avistado num supermercado com um carrinho repleto de compras, ou que ostente uma fatiota que se tope logo não ter sido comprada no mercado dos trapos, ou quando muito na Modalfa, devia ser denunciado de imediato e ser-lhe instaurado um processo para averiguar como é que conseguiu obter rendimentos que lhe permitam tamanha ostentação.
Por outro lado louve o bom senso do governo em deixar de fora deste pacote legislativo aqueles cidadãos que apesar de viverem dos subsídios do Estado e de não tem ocupação conhecida, fazem-se deslocar em viaturas topo de gama - ou lá perto - e depositam regularmente avultadas quantias, em numerário, nas suas contas. Mas ainda bem que não se foi por aí. São gente séria, honrada e portanto não há que suspeitar do seu estilo de vida recatado.
Os mesmos atributos tem também a rapaziada da politica pelo que, parece, esta legislação não se lhes aplica. Mas esses a malta já nem estranha.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
sábado, 18 de agosto de 2007
Trangénicos há muitos...
Ontem, no Algarve, mesmo nas barbas da GNR e com cobertura televisiva, um bando de vadios arrasou um campo de milho, propriedade privada e fonte de rendimento de uma familia. No final de tão inusitado acto, em que estranhamente ninguém foi preso, as criaturas ainda tiveram direito a entrevista onde expuseram as suas razões para o acto de vandalismo que tinham acabado de cometer. Parece que o problema terá tido a ver com o facto de o dito vegetal, coitado, ser trangénico.
Tal como as silvas e toda a restante vegetação que circunda este monte no Alentejo. Tudo o que está à vista é trangénico e, por conseguinte, carece de ser arrancado urgentemente.
Deixo por isso o meu apelo aos "activistas" (prometo que nunca mais lhes chamo vadios e passo a tratá-los assim) do Movimento Verde Eufémia, ou doutro qualquer "Movimento" ou "Associação" que se preocupe com estas causas. Venham protestar e manifestar a vossa indignação para estes lados. Trangénico, mais trangénico que este matagal garanto-vos que não há!
Ah! E como ter um monte no Alentejo fica sempre bem a qualquer familia, podem dizer aos vossos papás que a propriedade está à venda.
Perguntas irrelevantes do dia
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Avaria do nireblog
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Minorias pouco éticas
A pitos
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Só com uma moca...
De baixa
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Dúvidas não fundamentadas
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
O lado errado da lei
sábado, 11 de agosto de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Desígnios insondáveis
Quase todos que se dedicam a estas coisas da blogosfera gostam que os seus blogues tenham muitas visitas. Também é interessante saber porque vêm, ao que vêm, donde vêm e como cá chegam.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
O mercado não é para todos
Manda o senso comum que a intervenção do Estado na economia seja minima. Sempre que os poderes instituidos o fazem, regra geral, fazem-no mal.
O exemplo supremo é o arrendamento urbano. Décadas de intervenção estatal reduziram-no à condição de praticamente moribundo, levaram à degradação dos centros urbanos das cidades, a rendas praticamente incomportáveis para quem quer hoje alugar uma casa e forçaram a generalidade das novas gerações à aquisição de habitação própria, com todas as consequências que daí decorrem. A maior parte delas negativas, diga-se.
Não satisfeitos os políticos continuam a insistir na mesma via. Assiste-se a um intervencionismo central, regional e autárquico nas regras de mercado cujas consequências não são difíceis de adivinhar.
No entanto esta concorrência com os privados não se faz num sector. A banca. Recorde-se que a Caixa Geral de Depósitos é detida a cem por cento pelo Estado, o que, apesar disso, não faz com que tenha à disposição dos clientes serviços mais baratos, juros mais baixos ou depósitos melhor remunerados.
Será que tal como o mercado, também a própria intervenção no mesmo tem os seus limites? Possivelmente sim. E os limites são muito mais curtos quando se trata de banqueiros...
