
Não estou, assim de repente, a ver o que será uma invasão autorizada. Até porque não consta que os invasores tenham por hábito pedir autorização para invadir. Não solicitar permissão tem sido, ao que julgo saber, o modus operandis de todos os que ao longo da história dedicam o seu tempo a fazer invasões. Os franceses, recorde-se, invadiram isto tudo e não pediram licença a ninguém. E pior, fizeram-no por três vezes, os trastes. Ou, muito antes, os mouros sem passar cavaco à malta que cá morava, também invadiram a península, os patifes. A excepção, eventualmente, talvez seja aquilo da academia do Sporting. Mas, convenhamos, não é coisa que sirva de exemplo.
Fica, portanto, o aviso. Invadir só depois de devidamente autorizado. Mai’nada!