Está a ser convocado através do Trombasbook um ajuntamento, a realizar cá na terra, para demonstrar solidariedade para com a Palestina. A convocatória não esclarece, mas deve ter a ver com o proclamado genocídio. Embora, sem pretender contrariar ninguém, se trate de um genocídio suis generis, dado que o saldo populacional continua a ser positivo. Isto é, nascem mais palestinianos do que aqueles que morrem. Mas, se os sábios destas temáticas dizem, não sou eu que vou ousar contradizê-los. Será também, suponho, para lamentar a larica que, garantem os apaniguados destas causas, se faz sentir entre as crianças de Gaza. Escassez que não afecta os terroristas do Hamas, pois não consta que estejam dispostos a trocar armas por comida nem, aparentemente, muitos adultos que, na propaganda diariamente difundida para ocidental papar, parecem suficientemente nutridos.
Cada um manifesta-se por aquilo em que acredita, acredita no que quiser e da “palha” que lhe colocam na “gamela” cada qual “come” a que lhe apetecer. Não tenho nada a ver com isso nem é da minha conta. Tal como não é da conta de ninguém a minha aversão visceral a todos os que me tentam doutrinar. Chegou uma vez. Eram outros tempos e serviu-me de lição. Apesar do respeito, tenho pouco apreço pelos que se deixam convencer por uma boa campanha de doutrinação. É, reitero, lá com eles. Por mim só tenho curiosidade em ver quem vai aparecer. Só para saber em quem não votar.
Soltem os reféns. Os vivos e os mortos.
ResponderEliminarPara mim as manifestações não servem para nada. Pobre de quem está refém e se ainda estarão vivos!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
O que está a acontecer em Gaza, há muito que ultrapassou os limites do que possa ser entendido como razoável.
ResponderEliminarIsreael, se, a meu ver, iniciou a sua intervenção sobre o Hamas com fundados motivos e razões, e são sempre justificadas as acções sobre terroristas e seus actos, como o foram em 7 de Outubro de 2023, há muito tempo, que todavia, perdeu qualquer pingo de moralidade porque a sua acção parece incidir apenas sobre a população civil.
Não obstante, e isso tem sido ignorado por quem se indigna, como eu, com este genocídio,o Hamas continua a reter os reféns, mortos e vivos, e creio que estes já serão menos, como que a legitimiar a continuação da destruição. Mau de mais! Custa acreditar que um povo que foi vítima do mais impensável holocausto, esteja agora no papel de carrasco.
Apesar de tudo, as nossas manifestações de solidariedade para com a Palestina, cheiram a mofo, precisamente porque manipuladas por gente que já poucos representam. Ainda estou para ver, por eles convocada, uma vigorosa manifestação contra esse grupo terrorista que, apesar de ver os seus, se é que os consideram como tal, condenados ao genocídio, ainda teimam em manter os reféns, quase dois anos depois.
Esses não importam nada para os Free Palestina.
ResponderEliminarEsta, eram para aí umas vinte pessoas, não serviu de nada. A não ser para o pessoal fazer uma piadolas...
ResponderEliminarCumprimentos
Em circunstância nenhuma simpatizarei com a "causa palestiniana" ou outra qualquer que envolva o islão contra qualquer outro tipo de sociedade. Gosto tanto deles quanto eles gostam de nós.
ResponderEliminarO Almeida só pode estar a gozar.
ResponderEliminarSe a ação de Israel realmente tivesse a incidir sobre a população palestina como diz, por esta altura já estariam todos mortos e não era de fome.
E já que acha que está tão bem informado dos tais 60000 mil mortos que as tvs falam, quantos dos mortos são:
- Terroristas do hamas?
- Filhos dos terroristas do hamas?
- Mulheres dos terroristas do hamas?
- Palestinos mortos pelo hamas?
- Palestinos mortos por Israel?