Os serviços públicos, desde a saúde aos transportes passando por tudo o resto, estão à beira do colapso. Pior, nem aquilo que é privado escapa ao caos generalizado a que assistimos. Exige-se, por isso, que o Estado intervenha. Daí que o governo já tenha anunciado a sua intenção de tomar medidas que ponham alguma ordem nisto e que, por consequência, melhorem a vida dos portugueses. E dos outros todos que cá moram, bem entendido. Um dos problemas mais graves e contra o qual se levantou uma espécie de clamor nacional são os preços praticados nas praias. A bolinha de berlim está pela hora da morte, o aluguer do toldo até escalda e a mania de beber diariamente o café com vista para o mar deixa qualquer um afogado em dividas. Tudo cenas que transformam o merecido descanso num mar de ralações. É por isso que o governo, sem fazer ondas, resolveu intervir e vai regulamentar os preços que os concessionários dos lusos areais podem vender os seus bens e serviços. Menos uma preocupação. Quem cair da moto de água, apanhar um escaldão ou engasgar com a língua da sogra pode não ser socorrido atempadamente pelo INEM ou não ter uma urgência aberta onde ser atendido, mas pelo menos não se pode queixar de, nessas actividades de veraneio, ter sido vitima de nenhum especulador. Por mim, que estou sem maré para grandes divagações, parece-me que o governo está a meter água.
Um governo que ainda não acertou uma.
ResponderEliminarMas, vá lá, deixem o Luis trabalhar!
Cumprimentos, caro KK.
Temos de acreditar que o Governo não é como as gravuras rupestres de Foz Côa...Todos sabem nadar ...ó yéé.
ResponderEliminarSaudações e Saúde.
Verdade. Isto começa a parecer um Costa II.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Nadar nao digo...acho que isto é mais boiar. Tentam manter-se à tona o maior tempo possivel
ResponderEliminarCumprimentos