Não percebo a surpresa por um município dos arredores da capital gastar para cima de um dinheirão em almoços de trabalho. É sinal que se trabalha muito, que se pagam as contas e apoia a restauração. Tudo bons indicadores, portanto. O que tenho mais dificuldade em entender é que os eleitores do concelho com maior índice de literacia do país insistam em votar no Isaltino. Deve ser por actualmente de qualquer burro se fazer um doutor.
Também em relação à ementa que, alegadamente, é servida aos comensais a quem o município paga a refeição, não se me afigura que existam motivos para as criticas que têm sido feitas. Diz que o menu incluirá - entre outras iguarias - lagosta, lavagante, ostras, sapateira e leitão. Tudo em abundância e regado com pinga caríssima, ao que se relata. E daí? Não vão querer que um autarca decida sobre os destinos do seu concelho malnutrido ou com a barriga a dar horas, pois não? Até porque, toda a gente sabe, as grandes decisões politicas deste país são tomadas após almoços ou jantares abundantemente regados. Ou, pelo menos, parece.
O que não me parece muito bem é que estes manjares tenham incluído, ao que foi divulgado, aquela coisa do saké afrodisíaco, ou lá o que é. Admito que um politico até possa decidir melhor com um grãozinho na asa, mas de pau feito o nível decisório será seguramente menos elevado.
Populismo, Kruzes, aqui também se passa o mesmo
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
O que dizer de munícipes que votam (e elegem) um cadastrado?
ResponderEliminarNão há desmandos que aguentem!
Cumprimentos, caro KK.
Ainda me lembro como as Tv's e comentadeiros diversos gozaram com as velhinhas de Felgueiras que apoiavam a sua querida Fátinha. Nunca os ví usar o mesmo critério relativamente aos eleitores que elegem um ex-presidiário. São estas coisas que me levam a ter um profundo desprezo por muita dessa malta dos mídia...
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
É por todo o lado. Esta malta refeiçoa que se farta.
ResponderEliminarCumprimentos, Luísa.