1 - A Dinamarca vai restringir o direito de manifestação quando em causa estiverem protestos que possam levar à profanação do Corão. Nem vou dizer que é o primeiro passo para a submissão do Ocidente ao Islão. Esse já foi dado lá atrás, há muito tempo. O caminho que nos falta percorrer até à islamização é muito mais curto do que aquele que já foi percorrido. O problema, no entanto, é a extrema-direita. Os fascistas islâmicos, esses, devem ser respeitados.
2 – Criticam-se – e bem - os lucros obscenos das “grandes empresas” e da banca em particular. Condenáveis, concordo, na parte em que são obtidos em resultado da cartelização e dos preços abusivos que cobram aos clientes. Lamentável é a passividade com que aceitamos os resultados orçamentais do Estado, resultantes da cobrança fiscal. Ambos são condenáveis. Com duas diferenças. O Estado pode intervir relativamente aos primeiros e tem o poder de reduzir os impostos. Não faz nem uma nem outra coisa. Ou seja, rouba e deixa roubar.
3 – As Câmaras do norte são danadas para as festarolas. Aquilo é um vê se te avias. Estão permanentemente em festa ou, por outras palavras, são uma festa permanente. Lamentavelmente cá pelo Alentejo não é assim. Se fosse, eu era gajo para sugerir que por cada festa plantassem uma árvore. Só para ver se salvávamos o planeta e isso…
Boa tarde
ResponderEliminarSob o ponto 1 - não tenho palavras para me indignar. Então a Dinamarca não é um estado Laico? E mesmo que o não seja certamente não será um Estado Islâmico. Só nos faltava que os Governos de "democracias" se tornassem Ayatohlas.
Zé Onofre
O ser humano não se safa se plantar àrvores, até porque muitas, depois da festa da plantação, da televisão e das selfies, são abandonadas e também não se safa com os safados dos bancos e ainda menos com os problemas fanático-religiosos que nos estão a ser colocados.
ResponderEliminarJá o planeta, safa-se na maior, mais que não seja, livrando-se de todos nós.
Isso de plantar árvores é que era de louvar... Há poucas na cidade e mesmo assim são arrancadas e não as voltam a plantar. Isto é um sequeiro em relação a tudo, exceto nas festarolas, claro!
ResponderEliminar1 - Cruzes ....
ResponderEliminar2 - O problema é "roubar e deixar roubar"
3 - Aqui também é só festarolas
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
Segundo a empresa Priberan:
ResponderEliminarCoirão: nome masculino
1. [Calão, Depreciativo] Mulher que exerce a prostituição. = MERETRIZ, PROSTITUTA, RAMEIRA
2. [Calão, Depreciativo] Mulher considerada muito feia. = ESTAFERMO
3. [Calão, Depreciativo] Mulher considerada desavergonhada ou demasiado liberal, que geralmente se veste de forma provocadora.
4. [Viticultura] Variedade de uva.
Cá está a origem do seu correctíssimo título.
William Shakespeare em Hamlet: há algo de podre no reino da dinamarca.
ResponderEliminarHá tantos séculos que aquele que é considerado um dos melhores escritores mundiais, nos deu a "novidade".
Como sabe, KK, eu não gosto de gagos — coisa que Vexa não é.
ResponderEliminar«Ou seja, rouba e deixa roubar»
Abraço
Serão estes os novos valores europeus?? É esta a diversidade que nos está a enriquecer?! E se agora é assim nem quero imaginar o que vai ser daqui por cinquenta anos...a sorte é que por essa altura felizmente não estarei cá para os aturar!
ResponderEliminarAs árvores são essenciais nas zonas mais quentes. Infelizmente na minha terra não gostam delas e o resultado desta opção está á vista.
ResponderEliminarNão plantam. Há outras prioridades...
ResponderEliminarAs autarquias locais não passam de agências de espectáculos e os autarcas de mestres de cerimónias!
ResponderEliminarCumprimentos
O que eu gosto de citar o camarada Arnaldo Matos..."Isto é tudo um putedo"!
ResponderEliminarCumprimentos
Muito podre mesmo. E a Europa em geral também!
ResponderEliminarUma ladroagem. Legitimada, o que ainda é pior!
ResponderEliminarO título ('coirões') é genial.
ResponderEliminarE mais não digo.
Cumprimentos, caro KK.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António