“Família numerosa agride...” não consigo deixar de notar aqui uma notícia que tende a estigmatizar as famílias numerosas. Acho mal. Até conheço uma ou outra família composta por um relativamente elevado número de elementos e todas me parecem cordatas e gente de bem. A comissão para a igualdade e cidadania, ou lá o que é, devia intervir a bem da igualdade entre famílias. Até porque, para o caso, parece irrelevante a quantidade de pessoas que integram o agregado familiar.
“Família de suecos agride...” não consigo deixar de notar aqui uma notícia que tende a estigmatizar as famílias suecas. Acho mal. Até conheço uma ou outra família composta por elementos daquela nacionalidade e todas me parecem cordatas e gente de bem. A comissão para a igualdade e cidadania, ou lá o que é, devia intervir a bem da igualdade entre famílias. Até porque, para o caso, parece irrelevante a nacionalidade das pessoas que integram o agregado familiar.
“Família agride...” não consigo deixar de notar aqui uma notícia que tende a estigmatizar as famílias. Acho mal. Até conheço muitas famílias e, tirando uma ou outra, todas me parecem cordatas e gente de bem. A comissão para a igualdade e cidadania, ou lá o que é, devia intervir a bem da igualdade entre famílias e grupos de pessoas sem qualquer relacionamento entre si. Até porque, para o caso, parece irrelevante o grau de parentesco entre os agressores.
Percebo que a “Pide” do politicamente correcto e da linguagem inclusiva não permita que as noticias sejam dadas de forma esclarecedora e que, em algumas circunstâncias, acabem por provocar equívocos. Se calhar o melhor seria noticiar que a agressão teria sido perpetrada por criaturas, manifestamente exaltadas, com elevado défice de urbanidade, notória falta de respeito pelos demais e reduzida capacidade para viver em sociedade. Ficávamos na mesma, não estigmatizam ninguém e, melhor ainda, não faziam figura de parvos.
Lembrou-me um homem genial que há mais de vinte e cinco anos já topava isto tudo: George Carlin.
ResponderEliminarEle disse, numa crítica à nova linguagem, que não se admiraria quando uma vítima de violação fosse chamada de uma receptora involuntária de esperma.
Abraço
A censura está hoje presente em tudo o que é comunicação. Por cá até os gaiatos na escola são ensinados pelas professoras a referirem-se aos colegas ciganos como "meninos de etnia". Estou para ver agora que começam a chegar outros das mais variadas origens como é que lhes vão chamar. Se isto não é estúpido vou ali e já venho!
ResponderEliminarCumprimentos
Claro que é estúpido! Mas cComo a Estupidez não medra [nem merda] estou descansado, nas calmas.
ResponderEliminarO meu estudioso da Espécie Humana, Robert Anson Heinlein, escreveu:
> Never underestimate the power of human stupidity!
> Ignorance is curable, stupidity is forever. Stupidity cannot be cured.
> Stupidity is the only universal capital crime; the sentence is death. There is no appeal, and execution is carried out automatically and without pity.