
Vão-me faltando as palavras para adjectivar o comportamento dos donos – tutores, pais ou lá o que eles se consideram – que permitem aos seus cães – patudos, anjos, filhos e mais a puta que os pariu – cagar na via pública. Desde que se iniciaram as obras no centro da cidade essa malta ficou com menos espaço para levar a canzoada a arrear o calhau. Vai daí largam a bosta no escasso metro de passeio que resta para a passagem dos peões. Devem achar-se nesse direito, os javardos. Todos os dias são várias as cagadelas, de diversos tamanhos e consistências, que aparecem logo pela manhã numa zona com diversas lojas e de passagem obrigatória para muita gente.
Não é que em termos de merda e de javardice faça grande diferença, mas seria interessante uma entidade qualquer – se calhar uma junta de freguesia, ou isso – encomendar um estudo para saber quantos cães existem na cidade. Depois podia confrontar com a base de dados do registo dos canitos, divulgar as conclusões e agir em conformidade.
podem ser cães vadios, podem e estes já viram que podem fazer onde quiserem, porque não fiscalizam nada, e os cães são mais espertos que muitos outros que andam com o seu saquinho e apanham.
ResponderEliminarAi ai, falam tanto, ladram pouco e os vadios ja viram a lacuna de falta de fiscalização, ausência completa
Não é o caso. Por aqui há alguns vadios mas nenhum é cão.
ResponderEliminarPor aqui é o mesmo, uma vergonha! Subscrevo!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
, entendo perfeitamente
ResponderEliminarIsto é geral!
ResponderEliminarCumprimentos
Os regulamentos da Câmaras obrigam a que o dono do cão ande acompanhado do cão, da trela e dos sacos para apanhar os dejetos. Nunca vi ninguém ser abordado para confirmar se os trazem (os sacos) ou não. Mas curioso, foi a minha cadela ter partido uma pata e a coisa ter corrido mal o que me obrigou a visitar o veterinário várias vezes, durante dois meses. No regresso de uma das visitas foi mandado para pela GNR que me pediu a caderneta do cadela que não tinha levado. Levem uma descasca e no fim perguntei ao GNR se tinham leitor de chips (que a cadela obviamente tem). Disse-me que não. Neste sentido, mesmo que tivesse levado a caderneta não tinham forma de comprovar se a mesma era ou não da minha cadela. É assim!
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