quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Licença para cagar

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Vão-me faltando as palavras para adjectivar o comportamento dos donos – tutores, pais ou lá o que eles se consideram – que permitem aos seus cães – patudos, anjos, filhos e mais a puta que os pariu – cagar na via pública. Desde que se iniciaram as obras no centro da cidade essa malta ficou com menos espaço para levar a canzoada a arrear o calhau. Vai daí largam a bosta no escasso metro de passeio que resta para a passagem dos peões. Devem achar-se nesse direito, os javardos. Todos os dias são várias as cagadelas, de diversos tamanhos e consistências, que aparecem logo pela manhã numa zona com diversas lojas e de passagem obrigatória para muita gente.


Não é que em termos de merda e de javardice faça grande diferença, mas seria interessante uma entidade qualquer – se calhar uma junta de freguesia, ou isso – encomendar um estudo para saber quantos cães existem na cidade. Depois podia confrontar com a base de dados do registo dos canitos, divulgar as conclusões e agir em conformidade.

6 comentários:

  1. João Felgar6:41 a.m.

    podem ser cães vadios, podem e estes já viram que podem fazer onde quiserem, porque não fiscalizam nada, e os cães são mais espertos que muitos outros que andam com o seu saquinho e apanham.

    Ai ai, falam tanto, ladram pouco e os vadios ja viram a lacuna de falta de fiscalização, ausência completa

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  2. Não é o caso. Por aqui há alguns vadios mas nenhum é cão.

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  3. Por aqui é o mesmo, uma vergonha! Subscrevo!
    Beijos e um bom dia

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  4. João Felgar6:45 p.m.

    , entendo perfeitamente

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  5. Os regulamentos da Câmaras obrigam a que o dono do cão ande acompanhado do cão, da trela e dos sacos para apanhar os dejetos. Nunca vi ninguém ser abordado para confirmar se os trazem (os sacos) ou não. Mas curioso, foi a minha cadela ter partido uma pata e a coisa ter corrido mal o que me obrigou a visitar o veterinário várias vezes, durante dois meses. No regresso de uma das visitas foi mandado para pela GNR que me pediu a caderneta do cadela que não tinha levado. Levem uma descasca e no fim perguntei ao GNR se tinham leitor de chips (que a cadela obviamente tem). Disse-me que não. Neste sentido, mesmo que tivesse levado a caderneta não tinham forma de comprovar se a mesma era ou não da minha cadela. É assim!

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