segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Todos igualmente pobres

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Desde que chegou ao poder as preocupações da esquerda em matéria de ordenados têm-se resumido ao salário mínimo nacional. É uma opção. A tradicional para aquelas bandas do espectro político. Quem ganha o SMN fica contente com o aumento, apesar de continuar igualmente pobre. Condição que, por força da estagnação salarial que ocorre daí para cima, se vai alargando todos os anos a mais trabalhadores. Ao fim de algum tempo o objectivo de atingir a igualdade na pobreza estará alcançado.


Apenas um idiota ou um esquerdista – passe o pleonasmo – não percebe que o salário mínimo será sempre sinónimo de miséria franciscana. Por mais que a pretendam engravatar. A economia adapta-se a estes aumentos e o poder de compra continuará igual. E isto nem sou eu dizer, até porque destas matérias percebo tanto como um barbeiro. Basta-me ter presente o que aconteceu no pós 25A quando o SMN foi criado e fixado em três contos e trezentos. Apesar de então o vencimento de milhões de trabalhadores ter triplicado, veja-se o resultado disso. Mas, ao contrário de qualquer animal, a esquerda tropeça sempre na mesma pedra. E gabam-se disso.

4 comentários:

  1. Daqui a nada estamos todos a ganhar o salário mínimo!!!

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dia

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  2. Anónimo4:08 p.m.

    O que hei-de dizer se a minha mísera aposentação ficar, como tudo indica, mesmo considerando o elevadíssimo 1% de aumento, aquém do actual SMN? É rigorosamente assim. Como eu há milhões.
    Serei pobre, remediado, rico? Em frente que atrás vem gente!!!
    Cumprimentos, caro KK.

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  3. Criar uma legião de pobres subsidio-dependentes é o objectivo da esquerda, sempre foi!

    Cumprimentos

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  4. Lamentavelmente será pobre. O Salário minimo será sempre sinónimo de pobreza.

    Cumprimentos

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