sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Agricultura da crise

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A melancia da crise, no caso. A única sobrevivente dos dois pés que plantámos lá na cooperativa. (Cooperativa por ser o resultado da cooperação com a minha Maria, nada de confusões). Nenhuma das demais sobreviveu mas, ainda assim, atrevo-me a considerar a experiência como um sucesso. Não apenas pela qualidade, a mais saborosa que comi este ano, mas essencialmente por esta Citrullus lanatus, contra todas as expectativas, ter chegado à nossa mesa - hoje ao jantar, mais precisamente -  sem aqueles pózinhos pirilipimpim que as tornam mais vermelhas do que a camisola do maior clube do mundo. 

3 comentários:

  1. Anónimo11:29 a.m.

    Apesar de não ser apreciador de melancia, reconheço-lhe bom aspecto.
    Assim vai a crise, da agricultura, por terras alentejanas.
    Cumprimentos, caro KK.

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  2. Bom especto e melhor sabor!

    Cumprimentos

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  3. Claro que a 'Agricultura de Crise' foi sempre óptima. Nas décadas de 1950 e 1960 tínhamos uma horta com 'tudo': couves, alfaces, cenouras, nabos, feijão (verde e em vagem), ervilhas, favas, agrião, salsa, limoeiros, laranjeiras, ameixoeiras, verbena (lúcia-lima).
    A dedicação de quem sabia 'do campo' e a supervisão de minha Mãe eram essenciais.
    Abraço

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