
A melancia da crise, no caso. A única sobrevivente dos dois pés que plantámos lá na cooperativa. (Cooperativa por ser o resultado da cooperação com a minha Maria, nada de confusões). Nenhuma das demais sobreviveu mas, ainda assim, atrevo-me a considerar a experiência como um sucesso. Não apenas pela qualidade, a mais saborosa que comi este ano, mas essencialmente por esta Citrullus lanatus, contra todas as expectativas, ter chegado à nossa mesa - hoje ao jantar, mais precisamente - sem aqueles pózinhos pirilipimpim que as tornam mais vermelhas do que a camisola do maior clube do mundo.
Apesar de não ser apreciador de melancia, reconheço-lhe bom aspecto.
ResponderEliminarAssim vai a crise, da agricultura, por terras alentejanas.
Cumprimentos, caro KK.
Bom especto e melhor sabor!
ResponderEliminarCumprimentos
Claro que a 'Agricultura de Crise' foi sempre óptima. Nas décadas de 1950 e 1960 tínhamos uma horta com 'tudo': couves, alfaces, cenouras, nabos, feijão (verde e em vagem), ervilhas, favas, agrião, salsa, limoeiros, laranjeiras, ameixoeiras, verbena (lúcia-lima).
ResponderEliminarA dedicação de quem sabia 'do campo' e a supervisão de minha Mãe eram essenciais.
Abraço