terça-feira, 24 de agosto de 2021

A velha carcaça

IMG_20210822_115134.jpg


Vender é uma arte. Há até quem consiga convencer os outros a adquirir algo de que não precisam e que, em condições normais, nem dado aceitariam. Contudo não vivemos na normalidade. São tempos estranhos, estes. Tão estranhos como seria ver esta velha carcaça de novo a navegar. Mas pode acontecer. Por muito improvável que nos pareça, ou por mais tempo que demore a surgir um comprador, haverá sempre alguém disposto a compra-la. É por isso que as velhas carcaças continuam por aí. Enquanto existirem “jeitosos”, daqueles que gostam de “untar as mãos” a recuperar estas coisas, as velhas carcaças manter-se-ão sempre à tona.

7 comentários:

  1. Anónimo8:42 a.m.

    Por mim, ao olhar para a "velha carcaça", fugia a sete pés. Vende corona vírus? Nem dado!
    Tenho para mim que nunca mais o barquito se fará ao mar.
    Cumprimentos, caro KK.

    ResponderEliminar
  2. Bem bonita esta carcaça
    Não gosto muito é do nome!
    Beijinhos
    Resto de Dia Feliz

    ResponderEliminar
  3. KK, o Senhor tem sempre razão. Há quem venda pentes para carecas.
    O que me lembrou um velho muito calvo que pediu à filha que o penteasse com o risco ao meio. A moçoila perguntou-lhe se queria o único pelo para a esquerda ou para a direita.
    Para rir e um abraço de muita estima.

    ResponderEliminar
  4. É como eu. De velhas carcaças que querem à viva força manter-se à tona só quero distância...

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  5. Há carcaças piores...ó se há!!!

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  6. Pois é...e o pior é que há quem compre!

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  7. Subscrevo e fizeste-me rir à gargalhada:)))) Só tu amigo!!!
    Abraços

    ResponderEliminar