
Vender é uma arte. Há até quem consiga convencer os outros a adquirir algo de que não precisam e que, em condições normais, nem dado aceitariam. Contudo não vivemos na normalidade. São tempos estranhos, estes. Tão estranhos como seria ver esta velha carcaça de novo a navegar. Mas pode acontecer. Por muito improvável que nos pareça, ou por mais tempo que demore a surgir um comprador, haverá sempre alguém disposto a compra-la. É por isso que as velhas carcaças continuam por aí. Enquanto existirem “jeitosos”, daqueles que gostam de “untar as mãos” a recuperar estas coisas, as velhas carcaças manter-se-ão sempre à tona.
Por mim, ao olhar para a "velha carcaça", fugia a sete pés. Vende corona vírus? Nem dado!
ResponderEliminarTenho para mim que nunca mais o barquito se fará ao mar.
Cumprimentos, caro KK.
Bem bonita esta carcaça
ResponderEliminarNão gosto muito é do nome!
Beijinhos
Resto de Dia Feliz
KK, o Senhor tem sempre razão. Há quem venda pentes para carecas.
ResponderEliminarO que me lembrou um velho muito calvo que pediu à filha que o penteasse com o risco ao meio. A moçoila perguntou-lhe se queria o único pelo para a esquerda ou para a direita.
Para rir e um abraço de muita estima.
É como eu. De velhas carcaças que querem à viva força manter-se à tona só quero distância...
ResponderEliminarCumprimentos
Há carcaças piores...ó se há!!!
ResponderEliminarCumprimentos
Pois é...e o pior é que há quem compre!
ResponderEliminarCumprimentos
Subscrevo e fizeste-me rir à gargalhada:)))) Só tu amigo!!!
ResponderEliminarAbraços