Vai por aí uma poluição de planos, manuais e parvoíces diversas acerca de inclusão, cidadania e outras idiotices que até aborrece. Quase todas, como não podia deixar de ocorrer, oriundas do sector público. O que, naturalmente, não admira. No privado trabalha-se.
Gosto daqueles planos municipais acerca destes assuntos onde, ao longo de largas dezenas de páginas, se consegue dizer nada. É uma arte, reconheço. Mas, na verdade, o que me diverte são os manuais de linguagem inclusiva que muitos organismos públicos – lá está, têm de se entreter com alguma coisa – adoptaram para uso nos respectivos serviços. A malta que escreveu aquelas baboseiras merece o meu respeito. E admiração, também. Inventar que os gestores são “pessoas em cargos de gestão”, ainda vá. Disso até eu era capaz. Já substituir o tradicional obrigado por “agradeço” é que é uma cena muito à frente. Coisa, até, para deixar os estrangeiros que nos visitam um bocado baralhados. Mas arrojada mesmo é propor a substituição de trabalhadores por “população que trabalha”. Duvido que o PCP concorde.
Há, ainda assim, uma falha nesses manuais modernaços. Apesar de ter procurado afincadamente, não localizei em nenhum deles a maneira inclusiva de mandar essa malta para o car%&#o.
Só inventam para serem diferentes ...
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Resto de Dia Feliz
Não conheço os manuais e os exemplos que dás são mesmo de quem não tem mais com que se preocupar. O teu final originou uma tremenda gargalhada:))))
ResponderEliminarAbraços e um bom dia
Chamem o polício!
ResponderEliminarNão precisavam era de aborrecer...São uns "chates"!
ResponderEliminarCumprimentos
Isto é o que dá qualquer burro chegar à universidade, nem que seja para tirar aqueles cursos da treta que apenas dão para "trabalhar" no Estado. Depois como não sabem fazer nada de útil colocam as criaturas a elaborar estas macacadas!
ResponderEliminarCumprimentos
Policio?! No masculino? Vá de retro, seu machisto!
ResponderEliminarEstando a abordar a inutilidade, envio-lhe a minha douta opinião.
ResponderEliminarO Corta-Fitas, há meses, e o blasfémias há semanas, dão cada um o seu palco a nulidades. Gente com percurso 'manhoso' e com muitos zeros à esquerda. Que nem escrever sabem, quanto mais pensar.
E eu, que nunca apreciei laparotos, fico adoentado.
Caro KK, mais vale só do que mal acompanhado, diriam as nossas avós.
Abraço
Esta coisa da tal linguagem inclusiva, como também diria a minha avó, é o resultado de fazerem doutor um qualquer burro...
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