Nenhuma das superfícies comerciais cá da terra adoptou o sistema de fila única. Mas, por alguma razão que me escapa, numa delas tenho reparado que alguns clientes insistem em formar uma fila nos arredores das caixas de pagamento em lugar de se dirigirem a qualquer uma que esteja em funcionamento. Este comportamento é ainda mais bizarro por não existir no local nenhuma indicação de que esse é o procedimento a adoptar, nem fitas balizadoras a delimitar o espaço ou, ainda menos, monitores com a informação da caixa a que os clientes se devem dirigir na sua vez.
Ver gente aparentemente normal fazer esta triste figura é coisa que me deixa para lá de perplexo e me suscita uma série de inquietantes questões. Nomeadamente – talvez a mais pertinente – a estranheza por pessoas que não conseguem seguir regras simples e devidamente estabelecidas, como respeitar o distanciamento em relação aos outros ou ceder a vez a clientes verdadeiramente prioritários, cumprirem bovinamente outras inventadas na hora por um maluco qualquer. Pior. Que apenas complicam o atendimento, causam atritos desnecessários com quem não segue a manada e que, no caso, são absolutamente ridículas.
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Dia
Diga lá, meu caro KK, se Portugal não é um país de inventores?!?!
ResponderEliminarDesde há séculos a inventar.
Recordo a canção de Rui Pregal da Cunha para os Heróis do Mar:
https://www.youtube.com/watch?v=t6ALM5GI9IM
Não se fala de bichas nem de filas mas de portugueses atrevidos, no bom sentido.
Filas e filas sem sentido: do mesmo mal me queixo eu, que cá pelo burgo o povo (também) gosta de inventar.
Cumprimentos
ResponderEliminarObrigado Luísa.
Bom fim de semana
Uma cambada de parvos, estes tugas!
ResponderEliminarCumprimentos