segunda-feira, 27 de abril de 2020

Agricultura da crise

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Esta cena da agricultura caseira renasce a cada crise. Foi assim em 2011 e agora, perante o espectro de um cenário ainda pior do que o vivido naquela altura, voltam as sugestões para o pagode se dedicar às práticas hortícolas. Em qualquer recanto, sugerem os especialistas da especialidade.


Mesmo achando que isso não é bem assim – embora até mesmo um vaso na varanda seja melhor do que nada – essa tem sido uma actividade constante cá pela maison. Os posts acerca da agricultura da crise – com ela ou sem ela, a crise - não me deixam mentir. E, parece mentira, mas tem dado um jeito do caraças nestes tempos de confinamento ter hortaliça, temperos e alguma fruta à mão de semear. Ou de colher, no caso.


Na imagem estão os alhos da crise. Para arrancar daqui por um mês, ou isso. Muito melhores do que esses alhos chineses, espero.

8 comentários:

  1. Nada como tudo fazermos para manter os tomates, perdão, os neurónios em (bom) funcionamento.
    Abraço, caro KK.

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  2. O aspecto é fantástico. Um casal que reside no andar acima do meu, tem a varanda cheia de vasos, semeados com variadas espécies hortícolas. Até hortelã lá tem. São os novos tempos. E duvido que mudem tão depressa

    Cuide-se

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  3. A mim é que ainda não me deu para agricultora!!!


    Beijinhos
    Boa Noite

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  4. Esta é a tua rubrica que mais gosto:))) e pelo que vejo tens sido bem sucedido e claro que os alhos serão melhores do que os dos chineses, coitados:)

    Abraços e continua com crise ou sem ela

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  5. E os tomates também, claro.

    Cumprimentos

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  6. E tudo biológico. Aqui não entram químicos...

    Saudinha da boa!

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  7. É óptimo também para manter a forma...

    Saudações!

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  8. E agora sem as investidas do Saturnino!

    Cumprimentos e saudinha!

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