
Ciclicamente o tema dos hipermercados abrirem ou não aos domingos regressa ao debate. Desta vez foi um padrecas qualquer a suscitar a questão. Presumo que por causa das audiências das homilias dominicais não pararem de bater recordes negativos. Assim de repente não estou a topar outra razão. Ninguém se tem manifestado incomodado com o actual sistema e, se fossemos por aí, muitos outros sectores teriam de encerrar. Todos, se calhar. É que, por esta ordem de ideias, exceptuando os relacionados com a saúde e a segurança não se justifica mais nenhum tipo de labor dominical.
Calculo que não tenham sido os fieis a encomendar o sermão. Pelo contrário. Por esta altura devem estar com vontade de o mandar ter com as alminhas ao purgatório. Ou pior, se olharmos para o que muita gente faz para ganhar umas horas extras. Bom, na verdade depende. Conheço uma entidade pública – lá para o norte – onde até, alegadamente, nem farão nada. A dita entidade é que lhes arranjará umas alegadas actividades pós-laborais para a malta arredondar o vencimento. Incluindo ao Domingo.
Assim proliferam carrinhos novos.
ResponderEliminarSão os coitadinhos dos eleitores mais desfavorecidos que precisam de ser ajudados...
ResponderEliminarSalvo erro, havia uma música do Max (a mula da cooperativa) que, premonitoriamente dela dizia que, após dois couces no telhado, «ó és tão linda».
ResponderEliminarHá premonições.
Ouvi nos mentideros que no Porto há um que proclama umas cavaladas sem se aconselhar com a hierarquia. Foi a Virgem, foi anúncio de greve.
ResponderEliminarUm bom paisano a urinar fora do penico.
Em tempos houve um mula, numa certa "comprativa", que nem lhe conto...E, mesmo não devendo grande coisa à beleza, ficou famosa. Na época, claro.
ResponderEliminarOs problemas da próstata dão nisso...é uma chatice acertar no raio do penico!
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