domingo, 31 de março de 2019

Os labregos levaram o cão ao cinema.

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Levar cães ao cinema é uma ideia parva. Tal como querer meter um cavalo dentro de um palácio nacional. No segundo caso alguém teve o bom senso de não permitir tal desmando e, quase todos, aplaudiram a proibição. Mas, desconfio, apenas por contrariar as pretensões de uma gaja ricaça. Já aquilo do cinema foi mostrado como algo positivo, interessante e valorizável. Deve ser por, neste caso, se tratar de uns quantos miseráveis engravatados e urbano-depressivos armados ao pingarelho.


Cinema para cães não é propriamente uma novidade. Lá por fora já outros labregos, de outras capitais, o fizeram. Não admira que os nossos labregos, da nossa capital, também o façam. Inquietante é o silêncio dos gajos da defesa dos animais, do racismo e das causas parvas em geral. Ainda nenhum se manifestou contra este acto especista e claramente discriminatório, em beneficio dos cães e em desfavor das outras espécies. Dos cavalos, nomeadamente.

7 comentários:

  1. Não me importo nada de ver cinema ou de estar ao pé de quadrúpedes... Não sei é se o inverso também ocorre.

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  2. Cada coisa no seu lugar, já dizia o outro quando confrontado com a existência de uma "pilosidade" no meio das batatas fritas...


    Quanto aos quadrúpedes... só gosto dos que têm cauda!

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  3. Devemos começar pelo começo: isto não é um país.
    É um local muito mal frequentado. Sobretudo pela abundância de labregos; Sem qui pro quo brasileiro sobre a bundância, se bem que esta viceje por aí.
    Claro, estimado KK, o mais grave está em não terem previsto os direitos e os deveres dos outros alimais. Mas se não previram a chuvada de ontem, como esperar que prevejam coisa tão básica? Sentados? Boa opção para cinema.
    Para não falar das actividades esconsas que se têm praticado no escuro dos animatógrafos. Os alimais também têm esses direitos?

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  4. alvaro silva9:18 p.m.

    E se vo filme for de bichanos e bichanas!

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  5. Chuvada?! Nem me fale nisso. Já nem sei o que é... Por cá só cai uma gota de vez em quando.

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  6. Uma cambada. Ou como dizia o camarada Arnaldo: um putedo!

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