
Assinalaram-se há poucos dias os vinte anos da Expo. A idade, mais mês menos mês, desta obra. O nó de Estremoz da A6, que devia fazer a ligação ao IP2 e variante deste à cidade. Mas não. Nunca passou dali. A sua construção implicaria passar por terrenos habitados por lesmas raras e florzinhas que não existem em mais nenhuma parte do mundo. Ou por terras onde crescem vinhas, não sei ao certo. Naturalmente que pessoas importantes e cultas não deixaram que tal atrocidade fosse cometida. Outros, não menos importantes e igualmente sábios, não se importaram que a obra ficasse inacabada e que, para além do dinheiro deitado fora, milhares de automóveis e camiões continuem a atravessar a cidade. Eles lá sabem. E muito, presumo.
Pelo aspecto vejo que pode ser revertido para centro de lançamento de foguetões intergalácticos. Melhor que isto só a marina atlântica da minha terra. O que interessa são " os subsílios" o resto há-de vir...
ResponderEliminarSão estas coisas que me tiram do sério...ou seja o interior cada vez mais esquecido em prol de uma Lisboa (já para não falar de outras) a rebentar pelas costuras.
ResponderEliminarNo que mostras alguém meteu dinheiro ao bolso ó se meteu!!!
Beijos e um bom domingo
Fatyly
Isso dos foguetões é uma excelente ideia. Espero que algum investidor (daqueles à séria, não dos que apenas marram) a aproveite!!
ResponderEliminarNão creio que o problema, para além do que custou a obra e o estudo de impacto ambiental que chumbou o traçado da variante, tenha a ver com dinheiro. Até porque quero acreditar na independência de quem estudou a chatice que ia ser destruir uns hectares de vinha ou o incomodo que causariam uns decibéis ao descanso de quem dele precisa quando vem passar um ou outro fim de semana ao monte no Alentejo. Coisas muito mais importantes, como sabemos, do que ter o trânsito a passar junto zonas residenciais, centro de saúde ou três escolas...
ResponderEliminarMas isto é assunto que não interessa nada. Nem às forças politicas locais!!!!!
Parece que por aqui pouco importa os investimentos feitos e os postos de trabalho criados.
ResponderEliminarParece que por aqui pouco importa o investimento feito por privados e os postos de trabalho criados.
ResponderEliminarPedro Miguel
A não construção da variante tem, ao que tem sido divulgado, a ver com o estudo de impacto ambiental e não com questões económicas, daí que não perceba o seu comentário...
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