
Parece que o Presidente da Republica era para vir cá – a Estremoz - assistir a qualquer coisa da tropa. Ou a outra macacada igualmente inútil, não sei ao certo. Mas não veio. Diz que foi a chuva que o terá demovido. Mas isso pouco importa. Não veio não abalou, como diria a minha avó. E, acrescento eu, não se notou a falta. Mas, ao contrário do que seria expectável face ao argumento que alegadamente terá servido para a escusa, não ficou em casa. Foi a Beja. E apanhou chuva. Pouca. Que por lá, para azar daqueles compadres, não tem chovido por aí além.
Nisto da presidencial visita que não chegou a acontecer há, apenas, uma questão que me deixa inquieto. O argumento. Ou melhor, o alegado argumento pois nem sei se é verdadeiro. Então o homem é o chefe supremo das forças armadas e tem medo da chuva?! Que diabo, sempre ouvi dizer que chuva civil não molha militares!
Isso era dantes no tempo em que só havia machos nas forças armadas e quando se passava "á peluda" no fim de cumpridos os deveres militares, agora só há "profissionais" que só lá vão para receber o pré ou comer o rancho e, se a ocasião adregar pode ser que também comam umas magalas, furrielas ou aspirantas ou uma capitona em saldo. Aliás o chefe supremo das ditas não fez, penso eu, a recruta nas forças armadas, pois peryencia á fina flor do marcelismo. Mas é possível que tivesse feito a "Milícia", durante o 6º e 7º ano dos liceus, integrado na Legião Portuguesa, mais conhecidos pelos "melancias" e tivesse então feito alguma ordem unida e trá dado uns tiros com a Mauser da 1ª Grande Guerra.
ResponderEliminarE diz que passam á "peluda" antes do tempo para não irem apagar incêndios...
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