
E pronto, voltámos ao mesmo. Nem, de resto, outra coisa seria de esperar. Estamos de novo a gastar à tripa-forra, esturrando tudo o que temos e, mais preocupante, o que não temos. Em futilidades, de uma maneira geral. Mas não admira. Venderam-nos a ideia que a página da austeridade estava virada enquanto, em simultâneo, nos convenceram que somos ricaços outra vez. Ainda que em matéria de aumento esse conceito apenas se aplique aos impostos. Mas, apesar de tudo, não consigo culpar apenas os políticos por esta tragédia anunciada. Os culpados somos nós. Ninguém nos manda acreditar em caloteiros inveterados com larga experiência em estourar com todos os limites da divida pública.
É por isso que, mesmo em tempo de suposta abastança, vou mantendo aquilo da agricultura da crise. Para não estranhar quando voltarmos a ser pobres. Desde que haja coentros, poejos e pão um alentejano não passa fome.
Subscrevo inteiramente mas olha que muito "povo" pensa e age como nós - não ir além do que se pode e pensar cinquenta vezes em avançar. Pena não ter um recanto para cultivo:))
ResponderEliminarBeijos e um bom sábado
Mais cedo do que tarde vamos pagar outra vez a conta do desvario de alguns e, é cá uma desconfiança minha, vai ser a doer. O que se passou entre 2011 e 2015, podem chamar os nomes que quiserem ao Parvus, mas foi uma brincadeira de crianças e muita mas mesmo muita propaganda.
ResponderEliminarBom fim de semana!