quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia da mulher

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Posso até compreender que, por razões históricas, se assinale com alguma pompa e razoável circunstância, o dia internacional da mulher. É, mais ou menos, como a celebração do armistício. Não aquece nem arrefece, como diria a minha avó que nunca soube o que era isso da igualdade, mas a quem nenhuma alminha, homem ou mulher, fazia o ninho atrás da orelha. 


Com o que concordo muito pouco é com aquilo da imposição de quotas por via legislativa. É uma estupidez e, queira-se ou não, um atestado de menoridade às mulheres.  Trabalho numa organização onde, até há pouco mais de vinte anos, todos os seis lugares de chefia eram ocupados por mulheres. Mesmo sem lei da paridade, ou lá o que é.  E nunca isso foi um problema. Agora, pelos vistos é. Sinal dos tempos. Ou do fascismo dos tempos modernos, se calhar.  Que, com tanta imposição, se vai parecendo cada vez mais com o outro. 

9 comentários:

  1. Alvaro Silva7:55 p.m.

    Delirei com as manifestações do mulherio, em especial as espanholas. Estas "majas" vieram para a rua com caçarolas, tachos e panelas, a fazer um chinfrim danado. Eu (que sou varão) estranhei esses objectos, estava á espera que se manifestassem com marretas, compressores, picaretas e colheres de pedreiro ou martelos pneumáticos. Afinal nada de novo no galinheiro elas gostam mesmo é de esfregar tachos e polir o fundo dos mesmos! Foi o que se viu na dita manif.

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  2. Anónimo8:50 p.m.

    Não me diz nada este dia e apenas penso nas mulheres que sofrem horrores por este mundo fora e até por cá onde se tornam escravas de maridos violentas.

    Mas meu amigo uma mulher que trabalhe chega a casa enfrenta outra dose. Calma...felizmente já muitos homens ajudam nas tarefas domésticas, mas ainda há muitos que nada fazem. Sei que há mulheres que não aceitam a ajuda com o velho argumento de que não fazem como elas sabem.

    E sim, a fazer a mesma tarefa no trabalho, os homens ganham mais porque razão?

    Agora entrar neste dia festivo como afirmam...não alinho!

    Beijocas

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  3. As espanholas, ao que consta, terão feito greve ás lides domésticas. Será que as solteiras, viúvas e divorciadas também aderiram?

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  4. Concordo. Embora quanto ao ordenado em tudo o que é público ou semi-público isso não aconteça. Quanto ao privado presumo que isso suceda nas profissões menos qualificadas e nas empresas de pequena dimensão. Não me parece que na auto-europa, banca, seguros e outros que tais isso seja possível. Até porque os sindicatos não deixavam. E bem!

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  5. Anónimo8:39 a.m.

    Desculpa KK mas sai como "Anónimo" e este Sapo volta e meia apaga o meu link

    Fatyly

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  6. Álvaro Silva mostra a realidade. É bom ter as costas quentes pelos que trazem pilim para comprar panelas, tachos e sabão.

    Eu não tenho medo de quem pare paridades, nem de quem vai nessa kombersa.
    Só quem anda a dormir na vida é que não compreende que o principal inimigo da mulher... é a mulher.
    Passo a explicar: as células da mulher têm muito mais informação genética do que as do homem. Aí, elas têm como função primordial biológica, na Vida, defenderem o seu património biológico/genético.
    São capazes de arranjar um macho para as sustentar mais a sua prole, mesmo quando ele não é o responsável pela prole. Isto é muitíssimo velho.

    «Trabalho numa organização onde, até há pouco mais de vinte anos, todos os seis lugares de chefia eram ocupados por mulheres.»
    E agora? Após esses 20 aos? Como é que a organização funciona?

    As sociedades humanas são geridas por mulheres (geridas na clandestinidade).
    Muçulmanas, industânicas, nipónicas, esquimós: é tudo igual.

    Por agora. cumprimenta

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  7. O Sapo tem destas coisas. E doutras. E é por todas que não sei se não volto ao blogspot...

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  8. Que me lembre nunca ninguém foi discriminado na entidade onde trabalho por ser homem ou mulher. Já quanto a outro tipo de discriminações...eu próprio, em determinada época, tive muito por onde me queixar!

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  9. Ora vê? Nada há como por (poucas) mulheres a mandar. Só se chateiam umas às outras e deixam os homes sossegados (quando deixam).

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