
Há coisas a que nunca me vou habituar. Aquela de chamar colaboradores aos empregados/funcionários/trabalhadores/criados/lacaios/servos/escravos, é uma das que me tira do sério. Outra é obrigatoriedade legal, não vá um pateta qualquer sentir-se discriminado, da neutralidade do anúncio de recrutamento. Por mim, se tivesse uma empresa e necessitasse de recrutar pessoal, limitar-me-ia a um lacónico “preciso de alguém para trabalhar em troca de remuneração”. Talvez assim ninguém ficasse ofendido. Nem mesmo nenhum militante das outras, para além das normais, trezentas e vinte cinco opções sexuais conhecidas.
Neste caso não parece muito evidente o perfil da pessoa a admitir. Assim de repente quase se pode garantir que a opção será por “uma” colaboradora. Ou, vá, “colaboradoro”. Já “um” candidato a colaborador não se afigura que tenha grande hipótese de conseguir o lugar.
Eu também, não! Exactamente, como na saúde, quererem que se tratem os doentes, por "clientes" como se fossem ao hospital comprar um metro de pano, ou uma lata de atum. Não deixam de ser "clientes", mas não me parece uma boa terminologia. Antes eram doentes (afinal o que são e continua a ser, quem procura tratamento num centro de saúde ou unidade hospitalar)
ResponderEliminarDepois, passaram a utentes e depois sofreram outro "upgrade". Enfim... Continuação de bom fim de semana!
O utente é o utilizador de um serviço ou bem público. Para o cliente supõe-se a existência de uma relação comercial. Mas, às vezes, parece-me que somos mais vitimas do que outra coisa...
ResponderEliminarBoa semana!
Vamos lá rir:
ResponderEliminarDeputado Alemão, ironiza ideologia de género, em:
https://www.youtube.com/watch?v=Al0c8HPPNOY
Sempre haverá tipos com graça.
Também me faz confusão essas alterações e prefiro sempre "empregado/empregada" . Concordo contigo:)
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia
Fatyly
Rir enquanto isso é possível porque os ditadores das novas ideologias háo-de acabar com as piadolas acerca do tema...
ResponderEliminarEsta gente de tão modernaça cai no ridículo. Pena é que apesar da quase toda a gente achar isso poucos têm coragem de lho esfregar na tromba!
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