Vender flores num cemitério parece-me bem. Que seja a Junta de Freguesia a fazê-lo afigura-se, também, como algo perfeitamente normal. Mais ainda quando se recordam os finados. Podia era anunciar a iniciativa em bom português. Daquele sem erros. A menos que o órgão autárquico responsável pela gestão do cemitério não tenha nada a ver com o anúncio nem com a venda e a ideia tenha partido de outro empreendedor qualquer. Um funcionário menos letrado mas com olho para o negócio, ou assim. Coisa em que, convictamente, não acredito.
Olá! Vim há pouco do cemitério. De visitar a campa do meu pai. Sinceramente... este tipo de erro, nem lhe ligo! Hoje, no cemitério onde o meu e os pais e familiares de muitos descansam, estavam inúmeros funcionários a dar indicações a prestar o mais variado auxílio a quem a eles se dirigia. Se olharmos para a maior parte, posso estar enganada, mas são pessoas humildes. Não o "chico esperto" que vemos em muito lugar que prestam um serviço (um emprego, afinal como outro qualquer) alguém tem que o fazer, mas... nem todos o querem! O fazem. Se prestam a estar ali e serem solidários. Sei que não é isso que está aqui em questão, mas... quanto ganha um coveiro? Um homem daqueles? Hoje é domingo. Será que ganham horas extraordinárias como os senhores doutores (outro género de coveiro) sempre aflitos com os seus parcos salários? De um enfermeiro, desses que exige 400€ de aumento o que muitos pensionistas deste paáis que trabalharam mais de 40 anos não têm de reforma? Olhei para aqueles homens (nunca vi uma mulher, se as há) e comentámos em família, que não se pode repreender uma pessoa daquelas (mesmo não sendo uma acção aceitável) que, em troca de ajeitar melhor uma campa, ou proteger a memória de alguém que outros amaram aceite uma "gorjeta" para colmatar o ordenado baixo que aufere. Passando aos estudos...talvez alguns os tenham, mas duvido que muitos deles possuam bases construtivas até da língua (modo de falar) e não deixam de ser tão seres humanos (ou mais) que eu ou um doutor. É o que eu acho! Temos de, de certo modo estar grato àquelas pessoas que passam a sua vida entre os mortos. Verão e saberão de coisas que... enfim! Desculpe a minha opinião algo diferente, mas... já no que respeita aos espertalhaços dos vendedores de flores, que também poderão ser menos preparados alguns, a esses não lhes perdoo nada! Muitos são comprovadamente cínicos e oportunistas. Errar, também todos erramos. Há que condescender em alguns tipos de erros, em algumas partes da sociedade. Mais importante que os erros que se dão, são os caracteres das pessoas. Nunca sabemos que oportunidades lhes foram dadas de se esclarecer. Se erram por burrice ou por desconhecimento. Com tanto acordo e desacordo ortográfico, até eu, já dou por mim com dúvidas e a errar. A sério! Desculpe-me a opinião, mas é a minha.
ResponderEliminarUm resto de bom domingo e uma excelente semana. Tudo a correr bem
Ora aí está uma questão pertinente essa de não haver mulheres coveiras...se calhar até há, mas de certeza não são em número suficiente para retirar a carga machista à profissão!
ResponderEliminarQuanto ao resto - e nem sei se aqui será o caso - não concordo que, ganhe-se muito ou pouco, se use o emprego público para negócios privados. Quando se assina um contrato já se sabe com o que se conta. Se não estamos satisfeitos temos sempre a alternativa de procurar outra coisa.
Boa semana!
Sim! Completamente de acordo. Só quis dizer, que acontece. Mas, realmente não deve acontecer, mesmo que se ganhe pouco. É o que, como tão bem diz, ficou assinado num contrato que de início as duas partes aceitaram e assinaram. Muito obrigada, pela sua companhia e uma excelente semana.
ResponderEliminarBastava ler o que está por baixo e copiar.
ResponderEliminarNÃO ME DIGAS QUE TAMBEM FOSTE COMPRAR FLORES........................
ResponderEliminarNá...e muito menos compraria ao coveiro!
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