quarta-feira, 19 de julho de 2017

Seis meses de Trump e nem um "apocalipsezinho"?! Não foi isso que me prometeram...

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A eleição do Trump foi-me manifestamente indiferente. Tirando, claro, aquela parte de ver a intelectualidade e a brigada do politicamente correcto à beira de um ataque de nervos perante a vitória da criatura. Passado este tempo, no entanto, não consigo esconder o meu desapontamento. Afinal o anunciado Apocalipse não aconteceu. O sol continua a nascer no mesmo sitio e o mundo insiste em continuar a girar em torno de si mesmo como se nada de dramático tivesse ocorrido. Nem, sequer, uma guerra – uma só, que fosse – o homem começou. Ou uma invasão, ao menos. Nada. Nadinha. Nicles. Isto já não se fazem milionários excêntricos e burgessos como antigamente, é o que é. Ou, então, são os gajos que andaram a prever essas desgraças todas que são uns idiotas de meter dó. Tendo a inclinar-me seriamente para esta última hipótese...

3 comentários:

  1. Só tu me fazias rir a bom rir que nem consigo dizer mais nada:)))

    Beijocas e um bom dia

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  2. Estou mesmo descoroçoado com o gajo. É que nem sequer um golpe de Estado o tipo patrocinou... assim não há condições!

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  3. Gato Mamiu9:08 a.m.

    O que está a custar à esquerdalhada e aos demais anti-Trump, muitos deles simplesmente anti-Trump só mesmo naquela de o serem, ora porque são influenciados pelos meios de comunicação, na sua esmagadora maioria claramente anti-Trump porventura também só mesmo naquela de o ser, ora porque simplesmente são uns incompensados a nível psicológico, é o facto do Donald Trump até estar a trabalhar bem em prol da sua nação, à qual prometeu servir e fazer bem. Como ele não é do sistema nem é dos Rotschild, é um alvo a abater. Bom, bom, era o palhaço do Obama, um Prémio Nobel que foi o maior presidente deportador de imigrantes e que tem as mãos sujas de sangue inocente derivado das bombas que a sua administração lançou durante oito longos anos. Ou talvez o Bill Clinton, o presidente que mais quilómetros de muro na fronteira com o México mandou construir.

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